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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Pequinês

Pequinês
Você conhece a lenda do Pequinês? Conta-se que um leão se apaixonou por uma macaca e que o rei da selva sacrificou seu tamanho e sua força para pelo amor. Assim nasceu o Pequinês, herdando a coragem de seu bravo pai e a doçura e inteligência de sua mãe. E com essa linda história de amor que começamos o Guia de Raças.

Características do pequinês

Variações

Não existem variações da raça nem de tamanhos reconhecidas pela Federação Cinológica Internacional.

Tamanho do Pequinês

O tamanho médio do Pequinês é de 15 a 20 centímetros de altura e pode pesar de 2,5 a 5,5kg

Pelagem do Pequinês

Todas as cores são permitidas, não há uma restrição para a cor do Pequinês. Os exemplares multicolores apresentam manchas bem definidas.

Padrão da raça cbkc

No site da Confederação Brasileira de Cinofilia é possível encontrar o padrão da raça.

Temperamento do Pequinês

Independente, personalidade forte e apego ao proprietário são algumas das características do temperamento desse pequeno companheiro. Claro que alguns puxaram o pai leão e são mal humorados e bravos.

Nível de atividade

O Pequinês não precisa de muita atividade física, basta dar umas voltinhas no quarteirão para ele se exercitar.

Atividade de guarda

O Pequinês tem o instinto ancestral de guarda e proteção do proprietário.

Inteligência e obediência do Pequinês

A raça foi classificada na colocação 73a. no livro “The Inteligence of Dogs” de Stanley Coren. Nas graduações de 70 a 80 são listadas as raças julgadas como detentoras do menor grau de inteligência de trabalho e obediência. Necessitam de até quarenta repetições para que demonstrem o mínimo de entendimento sobre o comando durante o treinamento e antes que consigam executar a ordem. É comum que precisem executar o mesmo movimento por mais de cem vezes antes que se tornem confiáveis.

Cuidados com o seu Pequinês

Uma alimentação balanceada é recomendado, principalmente com rações super premium para porte pequeno. Nessas rações os cachorros comem menos quantidade e tem um maior aproveitamento além de outros benefícios nutricionais importantes. Confira nosso post sobre o assunto e descubra qual a melhor ração para o seu pet. Passeios e exercício lúdico é importante para o bem estar de saúde e mental do seu cachorro. Banhos semanais ou quinzenais com shampoo especial ou shampoo neutro e lembre-se, é preciso tomar cuidado para não entrar água dentro do ouvido, pois pode causar inflamação – assista esse vídeo com dicas para dar banho no cachorro! Como todo cachorro de estimação gosta de ossinhos, bifinhos, biscoitos e agradinhos, mas lembre-se que os petiscos devem ser dados de maneira moderada. Geralmente eles se adaptam e aprendem rápido em fazer xixi e coco nos tapetinhos higiênicos. Eles adoram brinquedinhos, principalmente bolinhas para brincarem.

A saúde do Pequinês

As principais doenças ligadas à raça são: Macroglossia que é um tamanho maior que o normal da língua e doenças oftalmológica como ectropion e luxação do globo ocular. Recomendamos visitas anuais ao veterinário, além da ocasião das vacinações e a realização de exames complementares periódicos regularmente, após quatro anos de idade é recomendada acompanhamentos semestrais com exames complementares como exame de urina, exames para ver a função renal, exames para a função cardíaca e etc. Cuidados dentários são importantes, principalmente pela baixa congruência dentária, por isso recomendamos que desde pequeno realizem a escovação dentária do mesmo e quando houver necessidade um tratamento periodontal (erroneamente denominado de limpeza de tártaro), assim como o oferecimento de petiscos que ajudam na limpeza dentária.

Dúvidas frequentes sobre a raça Pequinês

Solta muito pelo

O Pequinês não costuma incomodar o proprietário com queda de pelo, duas vezes ao ano ele tem uma queda mais acentuada. Se por acaso ocorrer muita queda de pelo provavelmente alguma doença dermatológica pode estar ocorrendo e nesse caso seria bom levar para uma consulta no veterinário. Banhos semanais com shampoo especial podem ajudar a controlar a queda de pelos.

Qual o clima mais adequado para o Pequinês

O Pequinês se adapta bem tanto em clima quente como frio, não costuma ser um empecilho para o bom manejo do cachorro a temperatura do ambiente.

Quantos anos vive um Pequinês?

A raça tem uma vida média de 9 a 19 anos.

O Pequinês late muito

Os cães dessa raça não costumam latir muito, só acabam latindo quando alguém se aproxima do proprietário na tentativa de guardar e proteger o mesmo.

Vive bem em apartamento

Sim, o Pequinês vive bem em apartamento, desde que passeie diariamente e aprende com facilidade a fazer xixi e coco no local certo.

O Pequinês se dá bem com crianças

Depende, alguns não se dão bem com crianças. O ideal seria apresentar crianças para o cachorro desde a sua idade mais jovem para ele crescer se acostumando com crianças.

Qual o dono ideal para o Pequinês

Por causa do temperamento dominador, costuma-se falar que o dono ideal para um Pequinês é um dono experiente, que já teve outros cachorros.

Como é um filhote de Pequinês

O filhote do Pequinês é uma bolinha de pelo, dentucinho e com cara de enfezado que vai derreter todos os corações.

Quanto custa um filhote de Pequinês

Encontramos no mercado filhotes entre R$ 1000,00 a R$ 2500,00.

Produtos recomendados para Pequinês

Fotos e imagens do Pequinês

pequinês            pequinês

quinta-feira, 26 de março de 2015

Pequinês

O Pequinês pertence a uma das raças mais antigas do mundo. A lenda diz que surgiu do amor entre um leão e uma pequena macaca.

Trata-se de uma raça com tradição na corte imperial de Pequim, onde os seus membros caracterizavam-se por levar exemplares desta pequena raça dentro das mangas dos seus vestidos

A sua origem vem do cruzamento entre o Paï, cão doméstico dos imperadores Chineses e o Terrier de Lhasa. Na antiga China, o Pequinês ou também denominado “cão leão” era propriedade da família imperial. A sua exportação estava proibida e o seu roubo era caso para pena de morte.

A pelagem desta raça é extravagante, com aspecto leonino. Pode-se apresentar em várias cores e caracteriza-se pela sua cabeça ampla, focinho achatado e seu nariz enrugado.
Trata-se de um cão de tamanho pequeno, com uma expressão inteligente e alerta. Não ultrapassa os 25 cm de comprimento.

As suas orelhas são curvas e têm forma de coração. Tem olhos redondos e arregalados, o que lhes dão um aspecto desperto.

O cão Pequinês é sensível e afectuoso com o seu dono, mas distante com os estranhos. Apesar do seu tamanho reduzido, é um cão valente e guardião do seu lugar. É um excelente cão doméstico, graças ao seu carácter divertido e brincalhão.

Às vezes é um pouco independente e orgulhoso, um pouco difícil de ensinar, por isso é recomendado para casas onde não tenham crianças.

O cão pequinês não gosta de exercício em demasia, sendo que os seus jogos rapidamente o cansarão.

Não precisa de uma alimentação especial, mas devemos vigiar o seu peso pois esta raça tende a engordar.
Cão raça Pequinês Raça Pequinês
Devido às características do seu focinho, o Pequinês é propício a ter problemas respiratórios. É uma raça de cães recomendada a pessoas não tão activas, como adultos.

Dado o seu tamanho reduzido, não precisa de espaços amplos pois ele adapta-se com facilidade em pequenos apartamentos.

O Pequinês tem uma camada exterior comprida e áspera, enquanto que a camada interior é suave e densa.

O pêlo do Pequinês necessita de cuidados diários para que brilhe. Devemos evitar que o pêlo se emaranhe, especialmente na zona das patas traseiras.

Os exemplares Pequinês machos geralmente medem entre 18-25 cm e pesam entre 3 a 5 kg, enquanto que as fêmeas pode pesar um pouco mais, entre 4 a 6 kg.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Pequinês


Épagneul Pequinês
origem:China
data de origem:2000 A.C.
esperança de vida:13 a 15 anos
classificação:Cães de Companhia
altura:15 para 23 cm
peso:3 para 5 kg

História 

O Pequinês é provavelmente tão antigo como a civilização chinesa. Os chineses acreditam que esta raça era a encarnação do “Cão de Fu”, o espirito canino que afugentava os espíritos do mal e que figura inclusivamente no calendário anual chinês. Estas teorias próximas do Budismo, juntamente com a sua juba, valeram ao Pequinês o apelido de Cão Leão.

Considerado um cão sagrado, o Épagneul Pequinês era protegido e acolhido pela família imperial chinesa, a única que podia ter e reproduzir estes cães. Eram as concubinas do imperador que se encarregavam da criação deste cão. As mulheres serviam-se da beleza do Pequinês para se tornaram mais interessantes aos olhos do imperador.

O Épagneul Pequinês viveu assim durante séculos protegido no palácio imperial na presença das concubinas e restante família Imperial, onde cada cão tinha o seu séquito de criados para lhe servir as mais delicadas e seleccionadas refeições.

Desde sempre preciosamente seleccionados, os cruzamentos entre os exemplares reprodutores eram detalhados e registados em livros, fazendo do Épagneul Pequinês uma das mais antigas raças com um livro de registos de estudos e várias linhagens de criação.
Em épocas de gestação, eram apresentadas às mães gestantes várias figuras de exemplares de determinadas cores pretendidas nos novos cachorros tal como os tecidos mais suaves e brilhantes, para que a pelagem dos mesmos cachorros tivesse a qualidade e as cores desejadas.

A veneração por esta raça está bem patente na arte antiga chinesa, na qual se pode encontrar várias representações do Épagneul Pequinês. Estes exemplares eram considerados como representantes do imperialismo da China e quem ousasse roubar ou tocar num exemplar sem autorização era punido com a pena de morte.

O Épagneul Pequinês permaneceu assim desconhecido perante o mundo durante séculos.
Em 1860/61, época da guerra do Ópio na grande China, as tropas franco-inglesas invadiram a Cidade Proibida e o Palácio de Verão.

A Imperatriz, responsável pelo pequeno imperador, tinha ordenado a eutanásia dos cães, para que não caíssem nas mãos dos “espíritos malévolos”. Apesar do mar de sangue e da carnificina entre muitos dos cachorros mortos, uma das princesas que tinha permanecido no palácio suicidou-se durante a invasão, deixando para trás os seus cinco exemplares, entre eles Lotty.

O General Dunne, ao serviço da Rainha Vitória do Império Inglês, conseguiu capturar cinco cães desta raça declarando os mesmos como presas de guerra. Uma das exemplares bicolores branca e vermelha, foi ofericida à Rainha Victoria. Os restantes exemplares ficaram na pertença da primeira criadora de Inglaterra, governanta e acompanhante da mesma Rainha.

A partir deste momento, o Épagneul Pequinês tornou-se extremamente popular nesse país entre a alta sociedade, a corte e mesmo a realeza. Quando Lotty morreu, foi decretado luto nacional, tendo sido hasteada uma bandeira negra a meia haste.

Temperamento 

O Epagneul Pequinês sempre viveu entre a aristocracia até aos dias de hoje, o que o torna desde sempre num cão com algumas mordomias essenciais ao seu bem estar. Gosta de colo e de atenção e é um cão delicado, orgulhoso e determinado.

Teimoso e independente, não deixa de ser muito afectuoso com quem o trata bem. O Épagneul Pequinês tende a formar um laço especial com quem ele elege como o seu dono. Leal, gosta de agradar, mas tem um temperamento firme que o torna por vezes difícil de treinar.

Afável com a sua família humana, mostra-se inicialmente desconfiado com estranhos, mas ao conquistarem a sua atenção acaba por se fazer cair nas suas graças.

Atento e alerta, o Pequinês não é contudo um cão de guarda. É um protector do lar e de toda a familia, tarefa que desempenha instintivamente desde que vivia no antigo Império Chinês. Se identificar uma presença estranha ou mesmo familiar, o Pequinês dá sinal, ladrando.

O Épagneul Pequinês dá-se bem com todas as crianças desde que supervisionadas por um adulto, de modo a controlar uma atitude brusca tanto das crianças como do exemplar em questão. O Pequinês mostra-se contudo pouco paciente com abusos por parte dos mais novos.

Relativamente calmo dentro de casa, o Pequinês dá-se bem em apartamentos. Não é necessário ter um pátio. Uma visita a um jardim próximo onde o cão se possa exercitar e cheirar até as flores que tanto adoram é quanto basta nos passeios diários.

Aparência Geral 

O Épagneul Pequinês é um cão de porte muito pequeno mas de aspecto muito compacto, algumas vezes comparado a uma bola de bowling. O exemplar ideal não deve exceder os 5 kg nos machos e os 5,5kg nas fémeas. Existem exemplares de tamanho muito pequeno, como os Sleeves mas são raros e de extrema delicadeza.

Apesar de ser um cão pequeno, o Épagneul Pequinês surpreende quando é pegado ao colo pelo corpo compacto, o seu peso e robustez.

Com uma aparência leonina, é facilmente reconhecido pelo seu nariz achatado e pela longa pelagem que o cobre até ao chão lembrando uma manta e proporcionando um andar leve e ondulante.

A cabeça do Pequinês é compacta e larga, com um stop pronunciado. Os olhos grandes e escuros são um pouco salientes e um pouco afastados, devem ter um aspecto brilhante e lustroso. Com a boca fechada, não devem ser vistos os dentes nem a língua. Os lábios e o nariz devem ser sempre de cor negra.

A pelagem é comprida e maioritariamente lisa, existem alguns exemplares com uma pelagem muito ligeiramente frisada. A pelagem não deverá interferir com a forma corporal de pêra que caracteriza a raça.

O Épagneul Pequinês apresenta assim uma juba ampla e frondosa como um leão, orelhas com franjas compridas geralmente negras, designadas como brincos, calções ou saiote traseiro longo, franjas abundantes nas patas e cotovelos e uma cauda frondosa e vasta.

Todas as cores são permitidas no Épagneul Pequinês, exceptuando a cor de fígado ou exemplares albinos.

Higiene 

Para preservar o belo pêlo em excelentes condições, o Épagneul Pequinês deve ser escovado e penteado apenas de 3 em 3 dias ou somente ao fim-de-semana, tendo sempre atenção especial à pelagem atrás das orelhas, calções ou saiote e no babete. Escovagem diária nunca se deve realizar pois iria apenas quebrar a estrutura da pelagem, arrancando a mesma.

A escovagem deve ser realizada a seco evitando os banhos de água. Sempre que der banho ao animal, método que deve ser aplicado apenas quando necessário, deve no fim utilizar o secador.

Esta raça larga bastante pêlo duas vezes por ano, no entanto dietas alimentares pouco equilibradas podem provocar mudas de pelagem com maior frequência.

Deve também prestar particular atenção à limpeza do focinho e zona genital dos cães, que deve ser diária.
Para tratar da higiene do focinho, utilize uma toalha turca e água morna ou de rosas ou malvas. Comece por molhar a toalha, passe no nariz, ruga por cima do nariz, junto aos cantos dos olhos, ao fim ao cabo é como lavar a cara do cachorro. Não é aconselhado usar qualquer produto (sabão entre outros) para além de agua morna.

Depois seja macho ou fêmea, é essencial fazer a higiene da zona genital do mesmo, usando uma outra toalha turca já húmida para o efeito, limpe as partes genitais do mesmo. Depois, basta passar uma toalha seca na cara do cachorro e nas partes sexuais. Este procedimento geralmente é realizado pelas manhãs depois do passeio habitual.

Não utilize soro fisiológico na vista dos cães, opte por água de malvas ou mesmo água normal. O soro fisiológico tem sal e acaba por danificar os olhos do cachorro.

Saúde 

Alguns exemplares desta raça têm tendência para engordar se lhes for permitida uma alimentação desregrada, tornando-se rapidamente obesos.

É preciso especial cuidado com a alimentação a horas certas e habituais pois o peso, uma vez que esta raça é propensa a problemas cardíacos a obesidade não é aconselhada. Outro problema da obsidade é a possibilidade da mesma causar danos na coluna, eventualmente herinas muitas vezes fatais nesta raça.

Problemas respiratórios por vezes são frequentes em exemplares com narinas muito fechadas, os problemas podem ser agravados com o excesso de peso.

Problemas oculares e nas articulações também são comuns na raça.

A Lenda 

Uma antiga lenda chinesa faz da origem do Épagneul Pequinês um conto romântico.

Reza a lenda que há alguns milénios, um leão apaixonou-se por uma macaca. O leão encontrou a pequena saguim na beira de um lago onde tinha ido matar a sede. A beleza exótica da macaca da espécie Guenon conquistou o leão.

Apesar de o amor do leão ser correspondido pela macaquinha, a diferença de tamanhos tornava este amor impossível. O leão entristeceu-se por ver que a sua paixão era proibida e decidiu procurar a ajuda de Budha. A divindade budista encontrou-se com o triste leão e ao saber do seu sentimento tão puro e verdadeiro, aconselhou-o a apresentar-se juntamente com a macaca Guenon perante o Deus Hai-ho.

Hai-ho recebeu-os e depois de os enamorados exporem o caso, respondeu ao leão:

"Se estás disposto a sacrificar a tua estatura e a tua força pelo amor puro e verdadeiro para com esta macaca guenon, consinto que se unam no resultado de um só tipo de ser, para que seja possível a vossa união para hoje e para sempre."

O leão e a macaca aceitaram a transformação de boa vontade e o fruto desta união, originou um novo ser: o cão da raça Épagneul Pequinês, que conservou a coragem, o porte orgulhoso e expressão nobre do rei das selvas, unido à graça, delicadeza e ternura no tamanho diminuto de uma macaquinha.

http://arcadenoe.sapo.pt/raca/_pagneul_pequin_s/45

sábado, 11 de janeiro de 2014

Pequinês

Pequinês
Pequinês

Origem: China

Tamanho: Pequeno


Área de criação: Pequena


Temperamento: Dócil


Atividade física: Leve


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Utilização: companhia.
Tamanho: pequeno.
Peso: 5 quilos para machos e 5,4 para fêmeas.
Aspectos gerais: porte pequeno, compacto e de aparência leonina. A ossatura pesada e o tronco vigoroso e bem constituído são essenciais para a raça.
Pelagem: dupla. O pelo é longo, liso e um pouco rústico. A juba ocupa o espaço ao redor dos ombros e em torno do pescoço com o pelo no restante do corpo um pouco menor em comprimento. O subpelo é espesso. Todas as cores e marcações são permitidas, exceto o albino e fígado. Os particolores devem ter as marcações bem distribuídas.
Longevidade: 10 a 12 anos.
Temperamento: ele é leal, destemido e reservado.