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terça-feira, 17 de junho de 2014

Basenji


O Cão que Não Ladra

Basenji
origem:Zaire (África Central)
esperança de vida:12 anos
classificação:Cães de tipo Primitivo
altura:38 para 43 cm
peso:9 para 11 kg
História 
Embora as suas origens sejam um mistério, encontram-se cães semelhantes aos Basenji nos túmulos dos faraós da Quarta Dinastia. A forma como ele aí está representado sugere sabedoria interior e antiguidade. “Basenji” é uma palavra africana que designa “coisa do mato” e também é conhecido como Zande Dog, Cão do Congo Belga, Cão do Mato do Congo, Bongo Terrier, Congo Terrier e Nyam Nyam Terrier.

Deste modo, os exemplares actuais descendem portanto de cães provenientes do Zaire da década de 1930. Usado como cão de caça na sua terra natal, o Basenji é famoso por não ladrar, emitindo antes uma espécie de falsete, ao jeito das canções tirolesas. Os exploradores europeus descobriram a raça em meados do século XIX, no Congo e no sul do Sudão, e os primeiros Basenji chegaram à Grã-Bretanha em 1895. infelizmente sucumbiram à esgana antes que se tentasse qualquer programa de criação e posteriores importações datadas dos anos 20 e 30 também pereceram. Em 1941, dois cachorros da raça foram importados para Massachusetts e sobreviveram, começando aí a expansão da raça em termos internacionais.

Temperamento 

Inteligente, independente mas muito afectuoso, brincalhão, de natureza alegre e sempre alerta. É dócil com os humanos mas desconfiado com estranhos.

Descrição

O Basenji é um cão de caça vindo de África, sendo por isso um cão de clima quente , não devendo ser criado em regiões com climas frios e húmidos. Tem como características principais ser um cão pequeno, com a garupa curta, constituição leve, parecendo muito alto de pernas relativamente ao seu comprimento. A cabeça enrugada é graciosamente continuada por uma garganta bem arqueada, a cauda está disposta de modo ascendente e ondula sobre o dorso. Elegante e gracioso, o conjunto transmite uma imagem de equilíbrio e de vigilante atento. A estrutura equilibrada e a musculatura bem proporcionada permitem-no mover-se fácil e agilmente. Esta raça caça pela visão e olfacto.

Assim, a testa enrugada, a cauda firmemente ondulada e a passada veloz e sem grande esforço (que se assemelha ao trote de um cavalo de corrida) são típicas marcas distintivas da raça. A cabeça está disposta graciosamente sobre o corpo. Os olhos são de cor avelã escura ao castanho escuro, amendoados, dispostos obliquamente, as pupilas são igualmente escuras.

As orelhas são pequenas, erectas, pontiagudas, ligeiramente cobertas por uma textura fina e dispostas para a frente da cabeça. O crânio é liso, bem esculpido e de largura média, afilando-se no sentido dos olhos. A testa afunila-se no sentido do olho para o focinho com um stop perceptível. O focinho é mais curto que o crânio mas não é nem grosseiro, nem demasiado afunilado. Os enrugamentos aparecem na testa quando as orelhas estão erectas. Os enrugamentos laterais são desejáveis, mas nunca devem ser exagerados na barbela. Estas rugas são mais visíveis nos filhotes. O nariz deve ser sempre preto. Os dentes são alinhados uniformemente com uma mordida em tesoura.

Os maxilares compridos são típicos dos exemplares mais antigos. A garganta tem um comprimento adequado e está bem colocada, ligeiramente mais ampla na base; está igualmente bem ajustada aos ombros. O corpo é equilibrado com uma garupa curta, unida repentinamente com uma cintura bem definida. O peito tem uma largura média. A cauda está a uma elevação adequada e dobra para a frente encontrando-se ondulada sobre qualquer um dos lados do dorso, com uma curvatura única ou dupla.

Relativamente aos quartos dianteiros, os ombros têm uma postura ligeiramente para trás. A omoplata e o braço têm um comprimento aproximadamente igual. Os cotovelos estão firmemente dobrados contra o peito. As patas são direitas com ossos finos, antebraços grandes e músculos bem definidos. As quartelas têm um bom comprimento, são fortes e flexíveis. Os pés são pequenos e ovais com almofadas grossas e dedos bem arredondados.

O pezunho é normalmente removido. Relativamente aos quartos traseiros têm uma largura média, são fortes e musculados; o jarrete é bem constituído. Os pés são pequenos e ovais com almofadas grossas e dedos bem arredondados.

Tipo de Pêlo

Muito curto, lustroso e muito fino. A pele é muito maleável. As cores podem ser várias: preta, vermelho acastanhado, cor de fogo, tricolor (preto, vermelho e castanho), ou ás manchas (normalmente manchas pretas num fundo vermelho acastanhado); todos devem ter branco no peito, pés e ponta da cauda; manchas, colar e patas brancas são opcionais.

De qualquer modo a quantidade de branco nunca deve exceder a quantidade da cor base do cão. as marcas de diferentes cores devem estar claramente circunscritas com uma linha de demarcação nítida entre as diferentes cores. A cor da pelagem fornece-lhe uma camuflagem perfeita; as manchas brancas no pêlo e um fino revestimento nas orelhas e corpo ajudam-no a tolerar bastante melhor o calor.

Observações 

Ter um Basenji requer um grande compromisso de tempo, esforço e compreensão, mas darão um excelente companheiro. Estas características devem-se essencialmente ao facto de em cachorros poderem ser destruidores se ficarem sem vigilância.

Por não ladrar não constituem um bom cão de guarda.
Adoram vegetais, pelo que se deve incluí-los na sua dieta.
As cadelas têm o cio apenas uma vez por ano, à semelhança dos lobos.
A sua pelagem curta não necessita de muita escovagem até porque o Basenji possuem muitas características similares aos gatos, senão vejamos o facto de ele se lavar como um gato e não tem cheiro a cão, assim esfregá-lo com uma luva de sabujo é o suficiente.

http://arcadenoe.sapo.pt/raca/basenji/139

sábado, 16 de novembro de 2013

Basenji

Basenji
Basenji

Origem: África do Sul

Tamanho: Médio


Área de criação: Pequena


Temperamento: Dócil


Atividade física: Intensa


Visualizar índice completo

Utilização: caça e companhia.
Tamanho: 40 a 43 cm.
Peso: 9,5 a 11 quilos.
Aspectos gerais: aristocrático, de constituição leve, membros longos, orelhas eretas e crânio enrugado. Muito alerta e inteligente, não late, mas faz um ruído muito particular e especial.
Pelagem: curta, com textura fina e sedosa, que brilha ao sol como cobre polido. A cor pode ser preta, preta e branca, vermelha e branca, castanho e branca. O branco está nas patas, peito e ponta da cauda, que é enrolada e caída sobre um dos lados das costas.
Longevidade: 10 a 12 anos.
Temperamento: inteligente, gentil, incansável nas brincadeiras, apaixonado por crianças.

Basenji

Basenji
Basenji

Origem: África do Sul

Tamanho: Médio


Área de criação: Pequena


Temperamento: Dócil


Atividade física: Intensa


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Utilização: caça e companhia.
Tamanho: 40 a 43 cm.
Peso: 9,5 a 11 quilos.
Aspectos gerais: aristocrático, de constituição leve, membros longos, orelhas eretas e crânio enrugado. Muito alerta e inteligente, não late, mas faz um ruído muito particular e especial.
Pelagem: curta, com textura fina e sedosa, que brilha ao sol como cobre polido. A cor pode ser preta, preta e branca, vermelha e branca, castanho e branca. O branco está nas patas, peito e ponta da cauda, que é enrolada e caída sobre um dos lados das costas.
Longevidade: 10 a 12 anos.
Temperamento: inteligente, gentil, incansável nas brincadeiras, apaixonado por crianças.

sábado, 9 de novembro de 2013

basenji:


Poucas raças de cães possuem tantas particularidades como o basenji: antiga, é das poucas raças africanas, não latem, suas fêmeas entram no cio apenas uma vez ao ano e é o cão mais próximo do lobo que existe.
Dócil e simples, têm as características físicas próprias de um local quente. Sua pelagem é curta, tem pouco peso, longas patas e cauda anelada. Com porte médio, pode ter até 45 cm de altura na cernelha e cerca de 12 quilos. Eles gostam muito de legumes e verduras, que devem fazer parte de sua dieta. Sua expectativa de vida está entre os 10 e os 13 anos de idade.
Basenji significa “que veio do mato”. Descoberto pela exploração inglesa nos locais onde hoje está o Congo e o Sudão, o basenji tornou-se conhecido pelo ocidente no final do século 19. Antes disso, há registros da raça em tumbas de faraós egípcios e uma estátua de pedra retratando um basenji, o que nos faz crer que era um cão de estimação da elite egípcia por volta de 5000 AC. É muito provável que as raças terrier tenham um basenji como ancestral.
Conhecido por não latir, não significa que ele seja mudo: como os lobos, se comunicam por meio de uivos. É um bom caçador, muito inteligente e tem personalidade (o que não o qualifica como os de mais fácil adestramento). É instintivo e independente, com grande capacidade de discernimento e associação: é capaz de mudar de estratégia no meio de uma caçada, por exemplo. Com um excelente faro e uma perfeita visão, também atinge grandes velocidades em uma corrida. Têm hábitos higiênicos muito próprios: gosta de limpeza e comumente costumam lamber-se como gatos.
Ser limpo, não latir e não soltar pelos parecem qualidades divinas para se ter um cãozinho em casa, mas com o basenji não é tão fácil assim. Ele é um cão muito sensível aos seus instintos e precisa de muita atividade física, e com coleira. Apesar de não latir, seus uivos podem estranhar bastante. Se ele se sentir abandonado ou sozinho, é capaz de grandes estragos e muito barulho. Devem ser tratados com cuidado, pois tem excelente memória e não se esquecem se forem espancados ou maltratados. E embora sejam um pouco indiferentes a estranhos, é muito apegado e leal à sua família.