sábado, 1 de novembro de 2014

Bicho-folha

Insecto Folha
origem:Malásia
data de origem:1984
esperança de vida:2 anos
nome científico:Phyllium giganteum
família:Phylliidae
tamanho:1 para 12 cm
conservação da espécie: segurahábitos sociais: em grupo




Características Gerais 

Esta é a maior espécie do género Phyllium. Em adulto tem uma cor castanha ou verde. Pode chegar aos 12cm de comprimento e 7cm de largura.

Como todas as espécies de Phyllium, este insecto parece ser muito sensível ao stress devido ao manuseio frequente. Isto significa evitar ao máximo o toque, especialmente durante as mudanças do alimento.

Alimentação

Silvas, Carvalho, Eucalipto, Framboesa (folhas) e Roseiras.

Não se deve dar às crias folhas de silvas novas, as que ainda têm “cabelos”, uma vez que estas produzem um químico tóxico que pode levar à morte. A partir do estado L3 (terceira muda), estes insectos já não são vulneráveis a essa planta.

Terrário 

A manutenção destes insectos folha não é fácil, já que requerem muito espaço para realizar bem as mudas de pele e sempre comida fresca.   

Para tentar recriar o habitat natural é necessário manter o terrário a uma temperatura de 22ºC durante a noite e 26ºC durante o dia. A humidade deve ser constante entre 75% a 80% completando-se com duas borrifadelas de água por dia (uma de manha e outra a noite). No que diz respeito à luz artificial pode-se usar uma luz florescente ou uma luz própria para terrários acesa 12 horas por dia.

Reprodução 

A reprodução destes insectos é muito difícil por ser um animal muito sensível em termos de temperatura, humidade e alimento. As fêmeas reproduzem-se por partenogénese, reprodução assexuada.

Os ovos são postos no chão. As crias nascem com uma tonalidade vermelha escura e mudam de cor, tornando-se verdes, após 15 dias.

Incubação dos ovos: 6 a 9 meses a 25ºC, embora os ovos possam permanecer "adormecidos" durante anos, dependendo das condições de incubação.

As ninfas (crias) demoram cerca de um ano até atingirem o estado adulto. Deve-se oferecer carvalho para uma melhor taxa de sobrevivência.

Hamster

O pequeno amigo

Hamster
origem:Médio Oriente e Europa do Leste
esperança de vida:3 a 5 anos
família:Cricetinae
tamanho:5 para 35 cm
conservação da espécie: segurahábitos sociais: solitário




História 

O seu nome vem do alemão hamster que significa recolher, guardar. Na verdade, este pequeno animal passa o dia a juntar grãos, pedaços de fruta, raízes, larvas e pequenos insectos. Guarda-os cuidadosamente nas bochechas, depositando-os de seguida em local seguro.

Inicialmente utilizados em laboratórios pela sua extrema capacidade em interagir com o Homem, os hamsters são agora um procurados como animais de estimação.

Alojamento 

Em ambiente doméstico deve ser proporcionado um local protegido do frio e do calor excessivos e das correntes de ar. A sua gaiola deve ter espaço para dormir, alimentar-se e o seu fundo forrado com pequenos e finos pedaços de madeira (não resinosa). A gaiola deve ser colocada em ambientes sossegados, longe de outros animais de estimação, como cães e gatos.

Existem vários tipos de gaiolas, sendo as mais comuns, as de arame e as de tubos. As primeiras são menos dispendiosas, mas não são tão divertidas para os animais, permitem contudo uma melhor ventilação.

Independentemente da gaiola que compre, deve equipá-la com rodas, argolas, tubos transparentes, escadas e pontes para que o hamster se possa exercitar. O exercício é fundamental para os hamsters, especialmente se se tratar de raças com alguma tendência para engordar.

Nunca tenha muitos hamsters numa mesma gaiola pois para além do stress provocado, estes animais envolvem-se muitas vezes em quezílias e lutas. Para evitar o cheiro desagradável da urina deve lavar o alojamento do seu hamster frequentemente.

Dimenções mínimas de uma gaiola apropriada para Hamsters:
Largura: 40cm x 30cm
Altura: 25 cm

Dicas:
  • As gaiolas mais seguras possuem os arames horizontais e não verticais.
  • Os hamsters apreciam muito os túneis de extenção da gaiola, porém não caia em exageros.
  • Os hamsters necessitam de uma boa ventilação para poderem respirar, por isso não é aconselhavel escolher gaiolas que sejam demasiado fechadas.

Equipamentos essenciais:
  • Recipiente para a água, roda, comedouro, caixa de transporte, "ninho", esfera de exercício, areia de banho e suporte, túneis e brinquedos.

Alimentação 

No mercado facilmente se encontram rações preparadas para um correcto equilíbrio calórico e vitamínico. Apesar disso, é saudável para estes animais comerem alguma fruta ou vegetais, desde que sejam introduzidos gradualmente na sua dieta e não se tornem um substituto da ração. Alguns alimentos que se podem dar aos hamsters são: alfafa, maça (sem sementes), coentros, cenoura, pepino, couve, batata cozida, dentes-de-leão, etc.

Deve ser prestada especial atenção a estes alimentos, pois os hamsters geralmente têm o hábito de formar provisões de comida em cantos escondidos das gaiolas. Os alimentos perecíveis devem ser logo comidos pelo hamster ou então retirados da gaiola. As verduras não devem ser cultivadas com recurso a pesticidas ou herbicidas, uma vez que estes produtos são tóxicos para estes pequenos animais.

Temperamento

Os hamsters são animais crepusculares, cujo grau de actividade é maior durante o nascer e o pôr do sol.  São animais independentes, mas que reconhecem o dono após pouco tempo de convivência, especialmente se forem manuseados regularmente. Alguns hamsters são conhecidos por morder os donos, mas geralmente estes animais só atacam quando se sentem assustados.

Manusear o hamster 

O dono deve sempre mostrar-se calmo quando manusear um hamster e deve fazê-lo frequentemente. Mas antes de poder pegar neste animal, deve tentar ganhar a sua confiança. Começar por dar comida à mão é sempre um bom princípio. Depois de alguma habituação, pode tentar fazer festas no dorso do animal, primeiro por entre as grades e depois começando a abrir a porta. Quando o hamster se sentir à vontade com a sua mão, pode começar a tirá-lo da gaiola e a manuseá-lo. Nunca deve tentar manusear o hamster quando ele está a dormir ou a comer. 

Raças 

As raças mais comuns de hamsters domésticos são:

  • Campbell e Winter-white (muda a morfologia e coloração) - Os machos são maiores do que as fêmeas. São, na maior parte dos casos, sociáveis e têm uma maior tendência a morder do que os exemplares das restantes raças. Deve-se ter cuidados especiais com estes animais devido ao seu pequeno tamanho, uma vez que cabem entre as grades da gaiola;
  • Chinês - Geralmente sociável, desde que conheça o companheiro (a) desde cedo. É extremamente activo;
  • Roborosviski - Muito pequenos e tímidos, é divertido olhar para eles por serem tão activos. Têm uma esperança média de vida superior às raças anteriores;
  • Sírio - Animal solitário; é de todos o animal de maior tamanho.
http://www.arcadenoe.pt/raca/hamster/131

Gerbo de Duprasi

 (outros nomes: Gerbo de cauda grossa, Fat-tailed Gerbil (EN))

Gerbo de Duprasi
origem:Egito, Líbia, Tunísia e Algéria
data de origem:1880 (Lataste)
esperança de vida:7 anos
nome científico:Pachyuromys duprasi
família:Gerbillinae
tamanho:8 para 10 cm
conservação da espécie: segurahábitos sociais: em grupo




História 

Os animais começaram a ser criados em cativeiro apenas na segunda metade do século XX.

Descrição 

A pelagem é dourada, pequeno e curta.

Temperamento 

Sociável, ativo e curioso

Gerbo Da Mongólia

O pequeno amigo (outros nomes: Gerbil, Esquilo da Mongólia)

Gerbo Da Mongólia
origem:Mongólia
esperança de vida:5 anos
nome científico:Meriones unguiculatus
família:Muridae
tamanho:0 para 24 cm
conservação da espécie: segurahábitos sociais: em grupo




Introdução 

Originário das zonas áridas da Mongólia e da China, este pequeno roedor de nome científico Meriones unguilatus, começa agora a conquistar o seu lugar no mundo dos animais de estimação. O seu carácter dócil e sociável, que o distingue de muitos dos seus parentes roedores, faz com que seja cada vez mais a opção de muitas famílias. É bastante limpo, não produz nenhum cheiro incomodativo e pode ser mantido num pequeno espaço.

Em adulto pode atingir os 18 cm de comprimento dos quais metade são ocupados pela peluda cauda. Os membros anteriores são bastante curtos e utilizados para apanhar alimentos enquanto que os posteriores são mais longos o que lhe permite movimentar-se muito rapidamente. Possuem um faro muito apura o que explica o facto de terem sido muito utilizados nas fronteiras para detectar drogas. Os dentes incisivos crescem durante toda a vida do gerbo pelo que necessitam de roer bastantes sementes. A sua cor original é o castanho dourado, no entanto, as várias criações em cativeiro foram produzindo uma gama mais alagadas de cores mais escuras e mais claras existindo mesmo uma variante branca.

Temperamento 

Como já foi referido, este gerbo é bastante manso e sociável, no entanto, não podemos esquecer a sua origem selvagem. Deste modo, o processo de habituação e domesticação deve começar desde pequeno e logo que chega à sua nova casa. Introduza a mão e na gaiola muito lentamente e sempre com movimentos muito suaves. A habituação pode demorar algumas semanas, seja paciente e evite assustá-lo.

Alojamento 

O alojamento consiste numa gaiola tipo hamster preferencialmente com uma base profunda para caber bastante forragem. Opcionalmente pode ser utilizado um terrário em vidro. O fundo deve ser coberto de aparas de madeira ou corn cobs. A areia para gatos pode provocar inflamações respiratórias e danos nas patas. A altura deve ser suficientes que permita ao gerbo entocar-se. Para os alimentos deve ter um bebedouro com bico e um pequeno recipiente para a comida. Crie também um local especial para ele dormir como uma pequena caixa de madeira.

Alimentação

A dieta destes gerbos consiste numa mistura à base de trigo, aveia, cevada e rações pré-preparadas para roedores. Podem também comer algumas verduras como couve, espinafres cenoura e nabo. Nunca dê demasiada comida ao gerbo pois este come muito pouco (cerca de 8gr por dia) e com o passar do tempo a comida acaba por deteriorar-se. Mantenha tanto a água como a comida sempre frescas.
http://www.arcadenoe.pt/raca/gerbo_da_mong_lia/130

Escorpião De Pinças Vermelhas

A luz de presença... (outros nomes: Red Claw Scorpion, Tanzanian Redclaw)

Escorpião De Pinças Vermelhas
origem:África
data de origem:Pocock, 1888
esperança de vida:10 a 15 anos
nome científico:Pandinus Cavimanus
família:Scorpionidae
tamanho:0 para 10 cm
conservação da espécie: segurahábitos sociais: em grupo




História 

O Escorpião de Pinças Vermelhas habita as florestas tropicais de África. Hoje em dia, está entre os escorpiões mais populares como animais de estimação.

Descrição 

O Escorpião de Pinças Vermelhas é identificado sobretudo pela característica que lhe dá nome: pinças com uma coloração avermelhada. Este escorpião é ligeiramente mais pequeno que o Escorpião Imperador.

Temperamento

O Escorpião de Pinças Vermelhas é mais agressivo do que o Escorpião Imperador. Apesar de ser dócil e fácil de manter, esta característica faz com que não seja tão recomendável a iniciantes. De resto, têm um comportamento semelhante. De hábitos terrestres, é escavador e tímido.

Picada 

Ao contrário da crença popular, o Escorpião de Pinças Vermelhas não utiliza o seu ferrão para caçar as presas, mas sim as suas poderosas pinças que lhe permite esmagar os insectos, lagartos ou roedores. O ferrão só é usado nos casos em que o escorpião se sente ameaçado. Por este motivo, o Escorpião Pinças Vermelhas tem umas pinças bastante desenvolvidas e uma picada de intensidade média, geralmente comparada à picada de uma abelha. Para um dono sem problemas alérgicos, o veneno deste escorpião não traz graves consequências para além da dor. Contudo, em crianças com alergia ao veneno, uma picada pode mesmo ser fatal. Os adultos podem também desenvolver uma hiperssensibilidade ao veneno, se forem picados frequentemente. Por estas razões, o Escorpião de Pinças Vermelhas deve ser manuseado com cuidado.

Alojamento 

A manutenção do Escorpião de Pinças Vermelhas é em tudo semelhante aos cuidados necessários com o Escorpião Imperador.

O Escorpião de Pinças Vermelhas vive no solo húmido das florestas tropicais, pois isso é aconselhável um substrato que mantenha essas características.

Pedras são óptimas formas de fornecer esconderijos ao escorpião.

A humidade deve estar entre 75 e 90 %. A temperatura confortável para este escorpião é entre 23 e 30ºC. É aconselhável que a fonte de calor não seja colocada no solo do terrário, mas sim nas paredes ou tecto. Isto porque os escorpiões são escavadores e enterram-se na terra para arrefecerem o corpo.

Escorpião Imperador

Sem medo do escuro

Escorpião Imperador
nome científico:Pandinus imperator




História 

O Escorpião Imperador (pandinus imperator) é uma espécie nocturna originária da zona oeste do continente africano. De cor preta, quando colocado sob uma luz negra exibe uns reflexos verdes lembrando um tom metálico. As suas pinça são anormalmente grande quando comparadas com o resto do seu corpo. Deste modo não precisam de tanta intensidade no veneno da sua picada. De resto, o seu veneno não chega mesmo a ser mortífero podendo no entanto causar um dor bastante forte. As pessoas com alergia a picadas de abelha devem evitar o contacto com estes escorpiões pois podem reagir da mesma forma.

Os escorpiões Imperador são quase cegos pelo que possuem pêlos sensoriais ao longo do corpo que colmatam esta deficiência.

Temperamento 

Embora o escorpião imperador seja o mais amigável de todos os escorpiões, ele deve ser tratado e manuseado com muito cuidado. Na verdade, este animal não deve ser manuseado muitas vezes pois não sentirá muito bem nas suas mãos uma vez que é um ambiente totalmente estranho. Se tiver dúvidas esclareça-se junto da loja de animais onde adquiriu o seu animal.

Terrário 

Os escorpiões imperador podem ser mantidos em cativeiro sozinhos, em trios ou em grupos maiores. Apenas ocasionalmente foram registados problemas de lutas entre exemplares desta espécie. A composição do terrário deve fornecer um ambiente o mais confortável e parecido com o natural possível. Lembre-se que esta espécie tem a sua origem nas florestas húmidas africanas caracterizadas por temperaturas elevadas, pouca luz e humidade elevada. O fundo deve ser preenchido por musgo e a decoração deve constituir alguns locais de esconderijo para que este se sinta seguro, se esconda da luz do dia ou simplesmente encontre um local para dormir. O recipiente da água deve ser quase raso de modo a permitir que o escorpião trepe para beber e se refrescar.
A temperatura ambiente diurna dever estar entre os 27ºc e os 30ºc e a nocturna entre os 25,5ºc e os 27ºc. Estas temperaturas podem ser conseguidas facilmente através de uma lâmpada específica para répteis a colocar no topo e de um aquecedor próprio para metade do fundo do terrário. De modo a controlar facilmente os níveis de temperatura e o bom funcionamento dos meios de aquecimento, recomendamos o uso de um termómetro.

Alimentação 

A dieta deste escorpiões é bastante simples, basta um pequeno grilo por semana. Estes alimentos vivos devem ser criados à parte e alimentados com uma alimentação especial à venda nas lojas da especialidade, frutos, vegetais e um pouco de fermento em pó durante duas semanas. Antes de os dar ao seu escorpião, polvilhe-os com um pouco de vitaminas especiais para répteis. Mantenha a água sempre fresca e num recipiente pouco fundo pois o escorpião gosta de quando em vez de trepar para tomar banho e refrescar-se.

Saúde 

Não existem muitos problemas de saúde para estes escorpiões que podem viver cerca de oito anos. Apenas se deve manter bastante atenção nos níveis de humidade que embora devam ser altos nunca podem ser excessivos (se a humidade escorrer pelas paredes do terrário é sinal que é exagerada) e a qualidade do fundo do terrário (as bactérias facilmente conduzem a infecções muito graves nos escorpiões). Se estranhar algum comportamento do seu escorpião imperador visite imediatamente um veterinário especialista em animais exóticos e répteis.

Substrato 

De preferência utilizar 15 cm de altura de terra, dos quais 10 cm terão de ser prensados (para não desmoronar quando eles cavarem, isto porque o Pandinus Imperator é escorpião que escava os seus próprios esconderijos. Introduzir um tubo PVC quase até ao fundo (dependendo do terrário, se for grande usar dois: um em cada ponta). Depois, cobrir os restantes 5 cm com terra solta, para humidificar o terrário. Só é necessário introduzir água nos tubos PVC até o fundo ficar um pouco molhodo: não deixar ficar musgoso. Para esconder os tubos PVC use rochas ou entao seja criativo. Tape sempre o topo do tubo após introdução de água. As próprias escavações do escorpião vão facilitar a humidificação do terrário.

Degu

Roedores (outros nomes: Octodon degus, Brush-Tailed Rat)

Degu
origem:Chile
esperança de vida:8 a 13 anos
nome científico:Octodon degus
família:Octodontidae
tamanho:9 para 31 cm
conservação da espécie: segurahábitos sociais: em grupo





História [ editar ]

O Degu é oriundo do Chile. Apesar da sua aparência lembrar a de um rato, o Degu não está minimamente relacionado com eles, sendo antes parente próximo de chinchilas e porquinhos-da-Índia. É um animal gregário, agrupando-se em média em colónias de dez elementos.

Os Degus vivem em túneis, mas devido à enorme agilidade que possuem, aliada a  umas unhas fantásticas, são também exímios trepadores. Não só as árvores no estado selvagem são trepadas com relativa facilidade, mas também as próprias gaiolas. Para além destas capacidades extraordinárias, os Degus têm uma audição muito perspicaz, capaz de captar todo o ruído à sua volta, e o guincho que emitem é imediatamente reconhecido pelos outros degus (quando um degu dá um "guincho", os restantes encolhem as orelhas).

Cativeiro 

Em cativeiro, estes animais devem ser mantidos aos pares, nunca sozinhos, pois são animais muito sociáveis, tanto com a sua espécie como com o ser humano. É possível manuseá-los e deixá-los andar soltos, embora devam ser smepre viagiados. Devido à apurada curiosidade que possuem e o hábito de investigar tudo o que os rodeia, os Degus correm sérios riscos de se meterem em apuros! Contudo, é importante habituá-los a si e dar-lhes alguma liberdade! Para além de muito inteligentes, os Degus são ainda muito leais ao seu dono!

Se os mantiver aos pares, tente que sejam irmãos, ou irmãs (ou seja, machos com machos, ou fêmeas com fêmeas, mas de preferência da mesma ninhada) o que evita ter de habituar os animais a Degus estranhos. Em caso de ter casais e se pretender ser criador, deve ter em atenção que os Degus são roedores e, como a maior parte destes, acasalam muito facilmente (cerca de 3 vezes por ano geralmente), o que não é saudável para as fêmeas. Estas devem ter apenas uma ninhada por ano, senão correm o risco de verem a sua esperança média de vida encurtar para os dois anos.

Alimentação

O degu é um animal herbívoro, alimentando-se de vegetais e plantas no seu estado selvagem. A melhor opção alimentar para o Degu é a imitação da dieta que este mantém em estado selvagem. Feno deve estar sempre à disposição, dentes-de-leão e alfafa podem ser dados durante o ano, exceptuando no Inverno. Legumes frescos deve ser a base de alimentação destes roedores. Alface, cenouras, couve-flor, brócolos, entre outros, devem ser bem lavados e não ter sido criados com herbicidas e pesticidas.

Existe também à venda, rações próprias para degus, que não passa de uma mistura da ração de chinchila com a dos porquinhos-da-índia. Contudo, deve haver algumas restrições no uso destas rações. Os degus não fazem uma correcta digestão do açúcar e o excesso de açúcar pode-lhes provocar problemas semelhantes aos diabetes nos humanos.

Se quiser dar mimar o seu animal, pode oferecer-lhe esporadicamente um amendoim, mas tenha cuidado com a gordura. Pode mais frequentemente dar um pedacinho de maçã, que apesar da glicose (açúcar) que contém, é normalmente digerido por estar fresco, não causando assim qualquer problema ao animal.

Gaiola 

Quanto aos cuidados em si, o degu é um animal que necessita de algum espaço de vez em quando para se exercitar. Solte-os num espaço grande onde eles possam correr e saltar livremente. É necessário que esta área não tenha nada cabos electricos, ou outras coisas, que eles possam roer. Devem ser vigiados enquanto soltos não só para evitar acidentes mas também para deixa-los mais à vontade com a nossa presença.

A gaiola deve ter vários "níveis" para que o animal possa saltar como se andasse no seu habitat e algumas rampas pelas quais possa subir.

Para finalizar, um extra que eles adoram é uma casota de madeira onde geralmente dormem. Pode também adicionar um pedacinho de madeira onde possam afiar os dentes sem estragar a casota!

Higiene 

Quanto a banhos, nunca molhe o seu degu! Tal como se faz para as chinchilas, dê areia aos degus para que eles se possam "lavar".  

Cuidados Especiais 

Devido ao elevado grau de inteligência destes animais, os Degus, aprendem facilmente a abrir as portas da gaiola através da observação dos donos. Portanto, deve-se utilizar um arame ou fio que eles não sejam capazes de roer para melhor fechar as portas.
http://www.arcadenoe.pt/raca/degu/309