domingo, 4 de janeiro de 2015

Cuidado com os ossos que você dá a seu animal!

É muito comum os donos oferecerem aos seus cães ou gatos ossos de galinha ou costela, crendo que isso é bem prazeroso para seus animais. 

Eles não estão errados quanto ao prazer que o ato de roer proporciona a um carnívoro. No entanto, esse tipo de osso pode causar danos sérios e até a morte do animal. 

Roer é um hábito comum e saudável dos animais na natureza, e uma forma de suprir carências minerais. Porém, ossos pequenos, como os de galinha e frango, ou aqueles que podem se partir em lascas, como os de costela, podem ferir gravemente o estômago e o intestino. 

Os ossos de galinha, principalmente, podem formar pontas muito afiadas ao se quebrarem, e causar perfurações no trato digestivo do animal. 

Essas lesões podem levar a hemorragias e infecções generalizadas, uma vez que a perfuração do intestino faz com que as bactérias presentes no interior desse órgão sejam levadas para dentro da cavidade abdominal. 

Lá, elas causarão uma infecção bastante grave (peritonite) que pode se generalizar e levar o animal à morte. Sabendo disso, devemos evitar dar ossos de galinha, frango, costela de porco, assim como palitos de madeira, usados em churrascos, que também podem formar lascas pontiagudas e perigosas. É importante estimular o cão a roer, mas devemos oferecer ossos arredondados e grandes, praticamente inquebráveis, como canela ou joelho bovino. 

Tome o cuidado de ferve-los previamente para que a gordura seja removida, ou certamente ela causará diarreia no animal. No mercado, existem ossos naturais tratados e até defumados, o que os torna bastante atrativos. 

Ossos sintéticos feitos de couro bovino suprem muito bem a necessidade do cão de roer. Assim, quando estiver num churrasco acompanhado do seu cão, não dê e não deixe que ninguém ofereça ossos para ele roer. 

E cuidado redobrado com seu amigão, pois ele vai procurar a todo custo achar um ossinho perdido, e isso pode ser fatal para ele.

Cinco dicas para cachorro e gato morarem juntos na mesma casa

Cães e gatos podem viver juntos e serem amigos sim, conheça cinco dicas infalíveis para essa convivência.

 

Evitar brigas entre cachorros e gatos é uma tarefa que requer cuidados especiais. Ao trazer um filhote de gato para uma família que já tem um cachorro, pode ser estressante, mas paciência é o primeiro item das dicas que iremos passar. O mesmo caso serve para quem tem um gato e tenta inserir um outro gato na família.

cachorro e gato mostram que para o amor nada é impossível
Cachorro e gato mostram que para o amor nada é impossível

1. Não seja impaciente. A harmonização entre gatos e cachorros podem levar semanas e, às vezes, três ou quatro meses, o importante é nunca desistir. Ainda que, o gato filhote guando chega na casa nova ele precisa conhecer o ambiente e se acostumar com as novas rotinas.

2. Ajude o mais fraco a escapar. Verifique se há esconderijos e rotas de fuga disponíveis ao gato. Se necessário, é aconselhável estabelecer territórios separados para ambos os animais, mantendo portas fechadas e não permitindo o contato sem supervisão e coloque a caixa de areia do seu gato onde o cachorro não possa interferir quando o gato quiser usa-la.

3. Dê ração ao gato em local inacessível ao cachorro. Os gatos gostam de lugares altos, e provavelmente seu gato se sentirá mais seguro se você lhe der ração em uma prateleira confortável ou em cima de um armário de cozinha. E alimente seu cachorro separadamente e sozinho. Isso evita o risco de o gatinho "roubar" a ração canina (que, aliás, não é adequada para felinos) e vice-versa.

4. Não deixe o gato fugir. Mantenha a porta da sua casa bruscamente trancada até o gato e o cachorro estabelecerem convivência amigável. Isso também evitará a possibilidade de o gatinho fugir, talvez para sempre. E quando não tiver ninguém em casa, mantenha o gato e o cachorro em cômodos separados.

5. Fique de olho no cachorro. Até que o cão e o gato tenham chegado a um consenso e convivam bem, mantenha o cachorro preso na coleira, inclusive dentro de casa. Assim você poderá agarrá-lo caso precise controlá-lo, por exemplo, se ele tentar subitamente atacar o gato.

Essas dicas ajudam na socialização entre gatos e cachorros, porem não podemos prever a reação de cada cachorro ou gato, mesmo que seja um cão dócil, por exemplo o Retriever do Labrador, apesar do temperamento calmo dessa raça, pode acontecer deles estranharem um gato no seu ambiente. E pode ser que você apresente um gato para um American Pit Bull e ele reaja com naturalidade. Então, seja cauteloso ao apresenta-los e não perca a paciência.

Por que os cães abanam o rabo?




Existe uma grande curiosidade sobre porque os cães abanam o rabo e a explicação para esse típico comportamento canino é bem mais complexa do que se imagina. Para muita gente, abanar a cauda é um sinal de contentamento, mas na verdade, nem sempre é isso que o cão sente e não significa que esteja feliz...
Os cães abanam o rabo quando estão em um estado de expectativa, esperando que algo aconteça, ou, quando estão em dúvida sobre a atitude a adotar, e aguardam até que a situação se defina. Mas são as emoções que determinam a posição do rabo e a intensidade dos movimentos.
Por exemplo, rabo totalmente levantado e movimentos rápidos indica alto grau de excitamento, atitude típica de um cão dominante, curioso, que pode, tanto estar alegre quanto prestes a atacar.
Rabo semi-ereto com movimentos lentos significa que o cão está em estado de atenção, com receio de se aproximar, ou desinteressado e pouco curioso.
Rabo totalmente abaixado sem movimento, atitude comum em cão submisso, pouco motivado e com medo.
Abanar o rabo também pode expressar contentamento, mas é o contexto define a intenção do cachorro. Quando o cão está diante do dono, ele abana o rabo porque está ao mesmo tempo alegre e ansioso, num estado de expectativa pois sabe que algo de bom vai acontecer. Por outro lado, ao ver um animal se aproximando, abanar o rabo é a manifestação de um conflito entre a curiosidade e o receio de entrar numa fria.
A intensidade do medo ou de coragem influenciam a posição do rabo e a velocidade dos movimentos. Odores presentes na região do anus são liberados mais facilmente quando o cão mantém a cauda ereta e a movimenta rápido. Cães dominantes adotam essa postura antes de atacar.
Em estudos recentes sobre o cérebro canino, pesquisadores descobriram que a parte esquerda do cérebro desperta emoções positivas, ligadas a sentimentos de apego e aproximação, que provocam relaxamento e despertam afetividade. Já o lado direito do cérebro atua como um sensor de perigo, estimulando atitudes de afastamento, fuga e luta geradas por emoções negativas como medo e agressividade.
Como o cérebro age de maneira invertida, abanar o rabo para a direita significa alegria e afetividade, ao contrário, rabo para a esquerda é sinal de que o cão está apreensivo. Na dúvida, é melhor não provocá-lo!
Saber interpretar esses sinais é muito importante, pois para os cães, o corpo é sua maior forma de expressão.

Filhotes: 5 erros de comportamento dos donos

De acordo com comportamentalistas caninos, 99% dos donos têm problemas com cães em decorrência da falta de regras.

 

No início, muitas pessoas acham graça ao ver um filhote destruindo o chinelo, rosnando para o dono ou brincando de cabo de guerra. Contudo, segundo especialistas, o comportamento do dono nessa frase é crucial pois 99% dos problemas que estes tem com seus cães decorrem da falta de imposição de regras nos primeiros meses de vida.
Os especialistas explicam que o comportamento do animal se constrói enquanto ele ainda é filhote e que este é o momento ideal para eliminar maus-hábitos e alinhar seu comportamento, já que até os três meses de idade a memória canina é similar a uma folha em branco.
Confira os cinco erros mais comuns dos proprietários com seus filhotes e dicas para suas respectivas soluções:
1. Falta de um líder: Os cães, por natureza, são animais de matilha e essa, por sua vez, necessita de um líder. Se nenhum morador da casa assumir esse papel, o filhote o assumirá. Portanto, desde os primeiros meses o dono deve se impôr como líder e deixar claro quem comanda o território.
2. Receio de repreender o filhote: Logo nos primeiros dias de vida o filhote não possui experiência prévia para lhe indicar o que seja certo ou errado – o que pode e o que não pode -, por isso é o dono quem deverá ensiná-lo. Não repreendê-lo quando fizer algo incorreto, por exemplo, poderá acarretar problemas futuros. Repreender não significa maltratar, mas sim lhe apresentar uma situação indesejada como conseqüência do que ele fez, desestimulando sua repetição. Pronunciar uma palavra de repreensão em tom firme no momento em que o cão praticar a ação indesejada, como um ‘não!’ enérgico, é um exemplo.
3. Brincadeiras de morder: Dentre as inúmeras brincadeiras que se faz com um cão, muitas pessoas dão a mão para que o filhote brinque de mordê-la, resultando em pequenos cortes e arranhões. A brincadeira, engraçada no início, pode trazer uma série de problemas sociais quando o cão estiver adulto, pois se ele aprende que é permitido morder, provavelmente utilizará dentadas freqüentemente ao longo de sua vida. Para corrigi-lo, pode-se usar uma técnica que consiste em colocar o polegar na língua do cachorro e pressionar até que ele tente empurrá-lo para fora de sua boca. Essa técnica deve ser feita de modo rápido e somente no ato da mordida (jamais deve-se utilizá-la como maneira preventiva). Não se deve esquecer de sempre utilizar a palavra de repreensão enquanto aplica a correção e de não permitir que nenhum outro membro da família ou amigos deixe-se morder. Brinquedos próprios para cães são uma alternativa para suprir esta necessidade.
Muitas pessoas dão a mão para que o filhote brinque de mordê-la… A brincadeira, engraçada no início, pode trazer uma série de problemas sociais quando o cão estiver adulto
4. Falta de controle nos passeios: Para muitas pessoas a hora do passeio é sinônimo de confusão, pois enquanto o dono vai para um lado, o cão puxa para o outro, seja buscando postes, outros animais ou mesmo correndo atrás de carros e motos. Primeiramente só se deve passear na rua com o cão após ele ter tomado todas as vacinas, enquanto isso, segundo comportamentalistas, pode-se acostumá-lo com a coleira folgada algumas horas por dia, dentro de casa. A partir do momento em que o animal puder passear em locais públicos, e o ideal é fazê-lo diariamente, deve-se aumentar o tempo dos passeios de forma gradativa. Sempre que for sair de casa para dar uma volta, a orientação é, primeiramente, colocar guia e coleira adequada ao tamanho do cachorro, posicioná-lo do lado esquerdo e começar a andar levando o cão ao lado. Todas as vezes que ele puxar a guia ou travar deve ser repreendido com as palavras de repreensão e um puxão. Quando o cão andar junto e sem puxar, o dono deve elogiar o animal com palavras ou petiscos, manter a guia folgada e dar comandos que indiquem sincronismo, como, por exemplo, ‘junto!’.
5. Isolamento na hora das refeições: A maioria das pessoas coloca ração para o filhote no pote e sai para fazer outras coisas, deixando-o se alimentar sozinho. Desse modo, o cão aprende que a hora da refeição deve ser um momento solitário e pode reagir agressivamente todas as vezes em que está comendo e alguém chega perto dele ou do próprio pote de ração. Uma dica para evitar essa agressividade desde os primeiros dias de vida é sempre que possível ficar próximo ao filhote durante as refeições, acariciando seu pêlo e colocando a mão no pote de ração do animal enquanto ele se alimenta. Isso fará com que o cão se acostume com a presença humana durante sua alimentação e evitará que, futuramente, o animal avance nas pessoas na hora da comida ou se torne agressivo quando, por algum motivo, o dono precisar manusear seu pote de ração. Caso o filhote rosne ou morda o dono durante esse exercício, é importante que haja repreensão no mesmo instante e até mesmo, se necessário, a retirada da comida. Restabelecida a calma, o proprietário pode devolver o pote para dar continuidade à refeição. Segundo especialistas, essa atitude é fundamental para o cãozinho aprender que o dono é o líder e pode manusear ou simplesmente retirar o alimento a qualquer hora.
Mesmo com essas dicas, é de suma importância que você procure um médico veterinário para realizar um acompanhamento pediátrico com seu filhote. Só assim você garantirá orientação profissional correta, vermifugação e vacinação em dia.

6 coisas que o seu gato não deve comer!



Os gatos, quando entram na vida de alguém, partilham tudo: o cantinho no sofá, a almofada na cama, o banco da mesa da cozinha… mas se há uma coisa que não devemos partilhar com os nossos felinos são os alimentos. Conheça 6 coisas que não deve dar de comer ao seu gato, nem deixar por perto… sabe como os gatos são curiosos… e gulosos!
  1. Chocolate: o chocolate é um dos alimentos mais perigosos que se pode dar a um felino! Fica desde já a saber que quando em contacto com o nosso organismo, o chocolate pode revelar-se tóxico. O resultado? Um gato que vomita, treme, tem muita sede, apresenta uma temperatura corporal mais elevada e um batimento cardíaco mais acelerado ou irregular, está irrequieto, agitado ou tem convulsões. Como já deu para perceber, o chocolate estimula o coração e o sistema nervoso dos gatos, algo que dispensamos uma vez que não há animal mais zen do que nós… custa-nos muito admitir isto mas, somos anti-chocolate!
  2. Uvas frescas/uvas passas: a fruta faz bem, mas não aos gatos! As uvas são particularmente venenosas para os felinos, podendo causar danos irreversíveis nos nossos rins. Alguns dos sintomas associados ao consumo de uvas frescas e/ou uvas passas são o aumento da sede e da urinação, vómitos e estado letárgico. As uvas e os gatos não combinam, por isso, só temos uma coisa a dizer quanto a isso: miau!
  3. Abacate: ainda no que toca a sabores de fruta, os abacates também não combinam bem com o sistema digestivo dos gatos devido à presença de uma toxina denominada “persin” e que pode danificar o músculo cardíaco. Alguns dos possíveis efeitos secundários incluem: vômitos, diarreia, dificuldades respiratórias e letargia. Confessamos que entre abacate e comida de gato, preferimos a nossa!
  4. Cebolas e alhos: demasiado forte para o organismo felino, quando ingeridas por gatos, as cebolas e os alhos atuam ao nível das células vermelhas, danificando-as e desencadeando uma anemia. Se o seu gato ingerir acidentalmente (ou propositadamente, sabemos bem que alguns gatos são muito malandros!) algum pedaço de cebola ou alho, esteja atento aos seguintes sintomas: fraqueza, vómitos e urina vermelha. Se tudo isso não bastasse, também nós dispensamos as cebolas e os alhos – não queremos comprometer a nossa beleza e postura com esse terrível mau hálito…
  5. Leite de vaca: embora seja um debate contínuo (e que nós temos seguido atentamente!), a verdade é que o leite de vaca não é apropriado para a maioria dos gatos, uma vez que estes revelam-se intolerantes à lactose. Se o seu felino ingerir leite de vaca ou outros laticínios, esteja vigilante a eventuais indisposições como vômitos e/ou diarreia. Se quiser dar leite ao seu gato, opte sempre por um leite especificamente concebido para gatos e apenas esporadicamente, nunca em substituição de uma refeição ou de água. Mesmo que seja em pequenas quantidades, gostamos muito desse leite que se pode comprar na loja dos animais e pelos vistos não faz mal nenhum!
  6. Bebidas alcoólicas: é por razões muito óbvias que o álcool não deve fazer parte da dieta alimentar de um gato, mas podemos acidentalmente beber algo que não devíamos se cair no chão da cozinha por exemplo. Seja vigilante porque as bebidas alcoólicas afetam negativamente o sistema nervoso de qualquer felino, deixando-o desorientado, letárgico, sem coordenação, com vômitos, diarreia, dificuldades respiratórias, tremores e, em casos mais graves, pode desencadear convulsões e até um estado de coma. Quando em dúvida, ligue ao Dr. Veterinário – ele sabe sempre o que fazer!

LIMPEZA DAS ORELHAS

As orelhas são um dos órgãos mais sensíveis dos cachorros. Alguns permitem pacificamente que se limpe, outros não deixam nem chegar perto. Cachorros com orelhas grandes costumam ter mais problemas nos ouvidos do que aqueles de orelhas pequenas. Para limpar as orelhas de um cão, NÃO USE OBJETOS PONTIAGUDOS. Enrole uma gaze ou pano macio em um cotonete, molhe em solução estéril adequada (tipo “Epiotic” ou outra) e limpe calmamente. Alguns chás de ervas podem também ser usados. Veja na seção “Dicas: plantas medicinais”. Caso haja corrimento, secreção amarelada, sangue ou o cachorro esteja coçando desesperadamente a orelha, leve-o imediatamente ao veterinário. Vários e sérios problemas podem ocorrer caso problemas nas orelhas não sejam tratados rapidamente. NUNCA coloque pomadas ou medicamentos que não sejam indicados por veterinários competentes dentro da orelha do seu cão. A única exceção é o chá indicado na seção “Dicas: plantas medicinais”. Otites e outras infecções podem se desenvoilver muito rapidamente no caso de uso de medicamentos errados. Para limpar as orelhas do cão, dê uma olhada na figura abaixo, que mostra a anatomia do canal auditivo dos cães:

Posse Responsável – A adoção consciente de um animal


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Posse Responsvel A adoo consciente de um co
Histórias de dificuldades de adaptação com um novo companheiro e devolução de cães sempre se repetem, pois as pessoas muitas vezes não entendem a responsabilidade de uma adoção e, tampouco, o processo completo de escolher um cão certo para elas. Não basta ir a um abrigo e escolher um animal; há muitas variáveis a considerar. Combine a incompatibilidade de energias com introdução no tempo e forma indevida de um novo cão em sua matilha e você terá a fórmula para uma situação triste, mas muito comum, de um cão resgatado sendo devolvido ao abrigo. Quando você adota um cachorro, faz a promessa de cuidar dele por toda a vida. Você deve isso a ele. Antes de adotar um animal, portanto, pense sobre aspectos da sua vida, sobre futuras responsabilidades e sobre qual o cão ideal para sua família. A escolha de um companheiro envolve processos de autoavaliação e avaliação do cão.
Autoavaliação:
Esta fase começa com um olhar honesto sobre si mesmo e sua vida. Você deve considerar diversos aspectos de seu dia a dia e como um cão pode se encaixar nele.
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Autoavaliação I: Isso é assunto de família!
Quando você resolve adotar um novo animal, a decisão deve envolver todos os membros de sua matilha humana; Todos devem estar de acordo. Reflita:
  • Se você tem filhos, eles têm idade suficiente para a responsabilidade de compartilhar as funções de liderança e cuidados? Se ainda não, têm idade pra entender que o cachorro não é um brinquedo e respeitar seu espaço?
  • Haverá sempre alguém em casa com o cachorro, ou a família toda vai sair de manhã e voltar à noite?
  • A família costuma tirar férias regulares? Se sim, vai modificar seus métodos de viagem e acomodações para que possa levar o cão junto? O que fará se o animal ficar em casa? Vocês têm amigos responsáveis, parentes ou um canil de confiança que possam cuidar dele nesse período?
  • Alguém na família tem alergias que tornariam impossíveis adotar um animal?
  • Tenho tempo para zelar pela saúde de meu cão e para levá-lo para passeios, a fim de que pratique atividades físicas regularmente e drene sua energia?
Autoavaliação II: Onde vivo e qual a minha energia?
  • Quando pensar em seu novo cão, tente imaginar que tipo de cachorro vai se adaptar bem ao espaço em que você vive. Um cão de alta energia em um lugar apertado certamente é uma má combinação.
  • Considere também a disposição de sua casa. Há lugares que serão proibidos ao animal? Se sim, qual o seu plano? Onde o cão vai passar a maior parte do tempo? Pensar nas “regras da casa” vai ajudá-lo a ter uma ideia melhor do tipo de companheiro que está procurando.
  • Você nunca deve adotar um cão com um nível de energia maior do que o seu próprio bando, a menos que esteja disposto a mudar seu estilo de vida para se adequar à energia do animal.
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Autoavaliação III: Quanto você tem no bolso?
Pode parecer indelicado falar de dinheiro, mas você tem de considerar seriamente se a família tem condições de ter um cão. Cuidar adequadamente de um animal de estimação custa caro. Além dos custos iniciais de adoção, você terá despesas mensais com alimentação e anuais com cuidados veterinários.
Avaliação do cão:
Depois que tiver feito uma avaliação honesta do estilo de vida, do nível de energia e da dinâmica de sua família, é hora de começar a considerar que tipo de cão você deve levar para sua matilha.
  • A idade é mais que apenas um número. Avalie se a energia e disposição da família combinam com um cão filhote, adulto ou idoso. Saiba mais aqui;
  • Mais uma vez: escolha a energia certa. Faça perguntas sobre o animal que deseja adotar e avalie as informações que os voluntários e funcionários do abrigo lhe derem;
  • Durante o processo de avaliação do seu futuro companheiro, permaneça o mais objetivo possível. Você terá tempo de sobra para se apaixonar pelo cão mais tarde, o que será muito mais fácil se encontrar o animal certo.
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A adoção consciente e correta avaliação da família e do cão são processos longos e complexos, porém é muito melhor descartar opções que não servirão e encontrar o cão com o temperamento e o nível de energia certos para você do que adotar o animal errado e depois ter de tomar a difícil decisão de desistir dele ou devolvê-lo. Um cachorro não é um brinquedo ou uma peça de decoração, e sim um compromisso para vida toda.
Artigo baseado no Livro: Guia rápido para um cão Feliz: 98 dicas e técnicas essenciais. César Millan. Ed. Verus. 208p. 2013.