segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Lagarto Teiu Vermelho

Há inúmeros animais estranhos na fauna mundial, alguns apresentam características diferenciadas e outros a aparência toda, como o Lagarto Teiú Vermelho.

Descrição do Animal

Da mesma forma que seu parente, que apresenta pele cinza e também possui um corpo mais forte e robusto, a cabeça pontiaguda e comprida, com uma boca forte e composta por inúmeros dentes. Sua língua é rosada e bem comprida, e a cauda arredondada e longa, porém, sua cor é um rosa ou algo em torno de marrom-avermelhado, porém, a barriga apresenta partes mais claras.

Tamanho

  • Seu tamanho geral pode variar entre os 1,5 até no máximo os 02 metros.
  • Peso total: o peso de animal adulto chega em torno de 15 kg
  • Esta espécie de animal por viver até os 25 anos

Principais Características

Pode-se dizer que este é o lagarto mais conhecido em nosso país, sendo encontrado desde o sul da Amazônia até aproximadamente o norte da Argentina. Quando esta espécie nasce já no cativeiro, costuma ter hábitos bastante singelos e dóceis, especialmente com os humanos, mas esse comportamento não ocorre com aqueles bichos que estão soltos na natureza.
Eles preferem sair durante o dia, e ainda que sejam terrestres, gostam bastante de subir em pedras e árvores para conseguir tomar sol de maneira mais tranquila, sem possíveis incômodos. Esse tipo de animal hiberna no tempo de frio. Ao contrário do que se possa pensar, ele é bastante ativo, e passa grande parte do tempo correndo para pegar suas presas.

Cuidados Básicos com os Animais

Os lagartos Teiús pedem muito menos cuidados do que seus parentes, as Iguanas, porém, mesmo assim a alimentação e a limpeza estão ligados diretamente à manutenção de sua saúde. O Teiú precisa dos raios ultravioletas e de aquecimento, sendo que os dois são conseguidos através do uso de lâmpadas UVB e UVA que são próprias para répteis ou até mesmo, de maneira mais simples, por meio da luz solar. As pedras quentes também são de grande importância, já que ajudam no processo de digestão e ainda na manutenção da temperatura adequada no terrário. Entretanto, é necessária muita cautela no que tange à temperatura, já que o superaquecimento poderá vir a ocasionar queimaduras sérias na pele do réptil.

Formas de Alimentação

O Teiú se alimenta especialmente de pássaros, pequenos mamíferos, e também dos ovos de animais, e ainda de anfíbios, répteis, vermes, insetos, e crustáceos. Além dessa alimentação, ele não deixa de lado folhas, frutas suculentas e flores. É bastante conhecido como um grande “ladrão de galinheiros”, já que costuma atacar as galinhas e chupa todos os seus ovos com bastante avidez.

Espaço Adequado Para Criação

O ambiente mais adequado para a criação de um Teiú é um terrário, de preferência que o mesmo apresente substratos específicos para répteis e forração orgânica seca. Além disso, como o animal está bastante habituado a enterrar, deixe uma parte no ambiente que possibilite o animal cave uma profundidade que equivalha à altura de seu corpo. Também deixe pelo lugar pedaços de madeira artificiais ou naturais, pedras, plantas naturais, e tocas fazendo com que o ambiente fique o mais confortável possível. A utilização de termômetros para monitorar a temperatura são bastante importantes.

Maiores Informações Sobre o Animal

Este lagarto, como já dissemos, pode chegar a atingir os 2,00 metros de comprimento, sendo que os machos apresentam tamanho maior que as fêmeas, e somente eles podem atingir o peso máximo, de 15 kg. Possui o corpo essencialmente cilíndrico, apresentando as patas curtas e o rabo grosso e longo. Além de ter uma coloração avermelhada, ela ainda pode vir a se tornar acastanhada, na região das costas e no ventre é bem mais vermelha, daí seu nome.

Habitat Natural:

Quando livre na natureza prefere as regiões de clima mais quente e temperado como cerrados e campos. Distribui-se mais pelas áreas da Argentina, Paraguai, e ainda pelo Sudeste e Sul do Brasil. Já preso em cativeiro o melhor lugar para ele são terrários que possuam o comprimento bem mais extenso que a altura.

Alimentação

Normalmente, quando deixado em cativeiro, os donos desse animal dão quase sempre a ele legumes, frutas, ovos, carne, e também camundongos, e até mesmo complementam a alimentação com ração de cachorro. É melhor que sua alimentação seja uma misturada a outras, para depois ser oferecida ao animal. O mais adequado é que o mesmo seja alimentado durante o dia, em razão de ser uma espécie diurna.

Comportamento

Quando este animal se sente ameaçado, costuma ficar parado ou tenta se camuflar por entre o ambiente e até mesmo solta alguns barulhos para mostrar que está por ali, e, em muitos casos, corre de seu predador. Sempre que é acuado, pode se defender usando o rabo ou procurando morder.

Como é a Reprodução

A fêmea pode botar até 30 ovos, e os mesmos demoram até 90 dias para eclodir. O macho é bem mais pesado e maior que a fêmea, e, além disso, possui grandes bochechas, diferentemente delas. Os filhotes também possuem coloração avermelhada, mas não tão forte quanto os adultos, e assim que vão crescendo passam a ganhar a coloração mais forte.

Curiosidades

São seres bastante solitários, sendo que a fêmea é a responsável por cuidar dos filhotes depois do acasalamento. Estes animais passam a atingir a maturidade sexual com aproximadamente três anos, porém, tendem a passar por um período de hibernação para que passam pelo período de reprodução com mais chance de sucesso.
Eles têm uma dieta mais onívora, comendo desde vegetais, e frutas até ratos, ovos, peixes, outros, animais pequenos vertebrados e invertebrados, bem como larvas de insetos. Quando vai ao encontro de sua presa, usa sua língua, bipartida, para buscar rastrear sua caça. Possuem hábitos essencialmente diurnos, e estão em grande parte do dia em movimento, sempre em busca de alimento e, se preciso até escalam a árvore em busca das presas.
A carne desse animal é bastante apreciada em diversas regiões do país, e, atualmente, cativeiros que possuem a autorização do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) podem fazer a comercialização dessa espécie.

Dicas de Petiscos Para Cães

Quem tem pets em casa está sempre preocupado com a alimentação dos animais, mas fica chato oferecer somente a ração todos os dias, às vezes é legal variar um pouco, oferecendo petiscos saborosos e nutritivos. Esses petiscos podem ser encontrados em lojas que vem produtos para cães e gatos, como os pets shops, o difícil nisso tudo é encontrar apenas uma opção, pois são tantas que escolher uma somente, é quase impossível.
Os petiscos mais conhecidos pelos donos de animais são aqueles ossinhos, que podem ser feitos a partir do uso de couro ou ainda outros que possuem a forma de bifes, e, é claro, aqueles biscoitinhos próprios para cães que se assemelham a ossos, e também fazem grande sucesso. Os petiscos próprios para os cães não atuam somente na mudança da dieta alimentar do pet ou até mesmo para diverti-los por determinado tempo.
Essas guloseimas animais servem ainda para reforçar o comportamento positivo, especialmente durante o treinamento dos animais. Muitos daqueles vendidos nos mercado auxiliam ajudam no tratamento e na prevenção de caries e do tártaro, deixando os dentes dos animais muito mais limpos.
As gostosuras utilizadas no programa de treinamento costumam ser bem mais aromáticas, saborosas e fácil de serem ingeridas, já que se for assim, o cão vai querer sempre mais e reconhecerá logo de pronto seu aroma, ainda que seja de longe. Aqueles que são de couro e não possuem corante em sua composição têm maior durabilidade e também auxiliam na remoção de sujeiras no dente.
Há ainda a possibilidade de se fazer esses biscoitinhos em casa, de forma caseira, porém, há de se ter cuidado com os ingredientes e porções usadas, para não prejudicar a saúde do animal. Também é importante salientar que os petiscos não podem virar a comida diária do animal, senão não haverá uma manutenção de uma dieta saudável e balanceada.
Outra excelente opção de alimentação são os legumes e frutas, também é preciso ter bastante cuidado, pois frutas e legumes não devem trazer prejuízo à dieta ou serem dados em excesso aos cães, isso pode afetar a saúde dos animais.
Da mesma forma que nós, seres humanos, os animais também adoram dar um fugidinha da rotina normal, já que comer a mesma coisa todos os dias cansa até mesmo os cães. Por isso, os petiços são uma excelente opção na hora de variar o cardápio cotidiano.

Ideias Inteligentes de Petiscos Saudáveis Para seu Animal de Estimação

Quem pensa que petiscos para animais não podem ser nutritivos e saudáveis está muito enganado. Veja logo abaixo algumas incríveis ideias e deixe de lado os biscoitinhos prontos e bifinhos:
  • 1/2 castanha do Pará ou ½ noz ou ainda 01 amêndoa inteira, e deixe de lado a macadâmia, pois têm substância que causam toxidade aos pets.
  • 1/4 de uma maçã sem sementes ou um pedaço de banana ou ainda alguma outra fruta boa e gostosa, menos a uva que também faz mal para o animal.
  • 01 pedaço de queijo branco pode entrar na lista, sem medo
  • 01 ovo cozido de codorna também é bem legal.
  • 01 pedaço de cenoura crua pode ser um excelente petisco
O importante na hora de dar petiscos aos pets é fazê-los com moderação, pois os mesmos não são necessários na dieta, é apenas uma fuga do trivial, portanto não podem ultrapassar os 10% da alimentação normal. Por exemplo, se um animal recebe 300g de ração ou alimentação caseira ao longo do dia pode receber aproximadamente 30 g de petiscos e não mais que isso. Uma quantidade além dessa pode interferir substancialmente na alimentação do animal e até levá-lo à obesidade.

Receitas Caseiras de Petiscos Para os Pets

Receita de biscoito de aveia e banana, perfeito para o pet

Ingredientes a serem usados:

  • 01 banana nanica já madura, mas descartada a casca
  • 01 unidade de ovo inteira
  • 02 colheres de sopa, não muito cheias, de mel
  • Aproximadamente 50g de manteiga ou margarina sem adição de sal
  • 01 colher rasa de chá de canela em pó, sendo esse item opcional.
  • Mais ou menos 02 xícaras de chá de farinha de aveia integral, quanto bastante para que a massa chegue ao ponto ideal.
  • 01 xícara de chá de aveia em flocos grandes

Modo de preparar:

Pegue todos os ingredientes e misture, menos a farinha integral, até que se consiga uma massa lisa e bem homogênea. Devagar siga juntando a farinha até que a misture não grude nas mãos.
Com o auxilio de um rolo abra a massa, e corte os biscoitos com o formato desejado, depois, leve assar em forno de médio a baixo por mais ou menos 10 minutos ou até que os biscoitos estejam sequinhos e dourados. Deixe numa vasilha com tampa, e o tempo de acondicionamento não pode ultrapassar os 10 dias. Ofereça ao cão com bastante moderação.

Cookies de Fibras próprios para Cães

  • 02 xícaras de chá de farinha de linhaça
  • 01 xícara de chá quase cheia de farinha de aveia
  • 02 ovos inteiros e de tamanho grande, caso sejam pequenos, use 03
  • 01 colher de chá de fermento químico em pó
  • 01 xícara de chá, também quase cheia de farinha de banana, que pode ser encontrada em lojas que revendem produtos naturais.
  • 02 colheres de sopa de óleo de girassol ou canola
  • 01 colher das de chá de chá de aniz
  • 01 pitadinha de sal
  • 200 gramas de frutas frescas amassadas ou apenas os bagaços das mesmas, como morango, kiwi, abacate, caju, ameixa fresca, e nessa lista podem entrar os bagaços que sobram dos sucos feitos nas centrífugas, que são bastante nutritivos e ricos em fibras.

Modo de fazer

Numa recipiente misture primeiramente todos os ingredientes secos, e em outra vasilha proceda a mistura dos molhados, ou seja, do óleo, ovos e o bagaço das frutas.
Depois é só misturar os secos aos molhados até que tudo se transforme numa massa bem misturada
Numa forma retangular enfarinhada e untada ponha os cookies com a ajuda de 01 colher de e deixe aguarde até que descansem por aproximadamente 10 minutos.
Leve os mesmos assar em um forno de 180ºC por aproximadamente 25 min. Essa é uma receita própria para seu cão, porém, nada impede que você também consuma alguns.

Como Educar Gatos

Gatos não são os animais mais obedientes do mundo, mas podem sim ser bem educados, desde que sejam respeitados, pois são diferentes dos cães, tendo um comportamento bem mais livre. Para ajudar na educação dos mesmos, vamos deixar logo abaixo algumas dicas que podem vir a fazer toda a diferença sobre o assunto.

Gatos Obedientes e Educados

Para ensinar o seu gato a ser bem educado, especialmente no tocante à obediência quanto ao lugar de fazer suas necessidades cotidianas, o que mais recomendado é o uso de um simples e pratico borrifador de água. Uma unidade desse produto costuma custar uma média de R$ 3,00.

Para Começar

  • Complete o borrifador usando água, somente o líquido sem misturas, e sempre que o animal fizer algo errado como arranhar móveis ou fazer coco pela casa, borrife nele a água e diga “NÃO”. Nada de dizer um monte de coisas, é somente “NÃO”.
  • Essa técnica começa a valer em apenas alguns dias. Se você começar o procedimento a cada doze horas e algumas borrifadas depois, só será necessário mostrar o aparelho sem a necessidade de borrifar e falar “NÃO”, que o animal já deixa de cometer o comportamento errado.
  • Um ponto negativo desse procedimento é que o gato pode vir a ficar arredio e ainda bravo, fugindo de contato e de carinho do dono.
  • Outra forma de manter a educação do animal é pegar uma garrafa pet pequena e enchê-la de arroz cruz até a metade e, quando o gato tiver comportamento errado é só sacudi-la diversas vezes com força. Com o passar do tempo o gato saberá que sempre que fizer algo errado escutará aquele barulho que lhe causará medo, porém, o animal ficará com medo de todas as situações barulhentas que presenciar.

Cuidados com a Alimentação

  • Especialistas indicam que aos gatos pode sim ser oferecido frutas, mas nem todas, o melhor é perguntar ao veterinário qual delas é a mais nutritiva. Lembrando que os alimentos, sejam quais forem, devem sempre ser colocados dentro dos potinhos de alimentos, para que os mesmos não achem que podem se alimentar em qualquer lugar. Se a alimentação for colocada num local diferenciado, o gato irá entender que pode se alimentar em qualquer lugar, como mesa, pia, sofá e afins.
  • Outra coisa importante que pode atrapalhar na educação e no comportamento do animal é a oferta de comida humana, ou seja, tudo o que nós comemos. Se você não quer que seu gato fique o tempo todo miando e pedindo comida quando você está se alimentando, não dê comida a ele.  Se você der uma vez e ele gostar, vai pedir todas às vezes, porque não é um animal esperto e consegue convencer quanto quer.
  1. Dica: Por mais que se tenha a teoria de como funciona o treino com os gatos é melhor entender que os mesmos têm vontade própria e, quase sempre acabam fazendo você desistir de seu foco e faça a vontade deles, por isso, seja firme o máximo que puder. O adestramento é um jogo de paciência e vence aquele que respirar fundo mais vezes.
  2. Dica: Outra coisa a se perceber é que cada animal é um, portanto, não se obtém o mesmo resultado de todos os animais.

Problemas de Gatos que Fazem Xixi Fora da Caixa

Não adianta esperar o gato estar com três anos para ensiná-lo a fazer xixi no local adequado, o problema deve ser resolvido logo no início, senão acabará se tornando um mau hábito. Quanto mais rápido o problema for resolvido, mais fácil isso acontecerá.

Dicas

  • Caso seu animal não seja castrado, as chances de errar o lugar do xixi são muito maiores, já que indivíduos machos que não passaram pela castração, tendem a demarcar território que devem marcar território e a melhor ferramenta que têm para isso é o xixi. Porém, ainda que sejam castrados, cerca de 5% das fêmeas e 10% dos machos ainda sentem dificuldades em usar a caixinha de areia para fazer suas necessidades.
  • Fazer xixi no lugar errado pode não ser uma atitude apenas de demarcação de território, e isso tende a piorar quando há vários animais na casa.
  • Se seu gato não obedecer e insistir no mau habito, é melhor levá-lo a um veterinário, pois o problema pode vir a ser de saúde e não somente capricho. Uma dica fundamental para saber se o animal está doente ou não é a posição que o mesmo deixa o rabo, quando ele está em paralelo ao chão é porque está somente fazendo xixi mesmo, porém, se estiver se mexendo e com o rabo para cima, aí sim está marcando seu território.
  • Muitas publicações indicam que alguns animais têm esse comportamento em razão de nervosismo e estresse. Ocorre que muitas peças de uso pessoal dos donos podem acabar recebendo xixi, geralmente quando o mesmo resolve ir viajar, já que o animal percebe o afastamento.
  • A ideia da caixa de areia deve ser individualizada, cada animal deve ter a sua. Caso não goste da caixa de areia, opte pelos tapetinhos higiênicos ou folha de jornal. Lembrando que a melhor opção é aquela que o gato se adaptar com maior facilidade.
  • A caixa de areia não pode ser padronizada, já que cada gato tem um tamanho, por isso a caixa deve estar adaptada ao animal, senão, pode ocorrer de ele não gostar da mesma por estar pequena e incomoda. E não pode esquecer de limpar a caixa sempre, pois o gato não gosta de usar a areia suja.
  • Deixe a caixa num local certo, especialmente aquele que seja mais agradável ao animal, ou seja, aquele lugar mais tranquilo, sem muito barulho, e nem vai e vem de pessoas, para que gato possa usar a caixa com tranquilidade e sossego. Outro fator a ser levantado é o de não se colocar a vasilha de comida próxima à caixa de areia, pois ninguém come e usa o banheiro no mesmo lugar.
  • O segredo na limpeza da caixa de areia é usar sempre o bom senso, nem de mais e nem de menos, se limpar exageradamente o animal procurará outros lugares para demarcar território, se de menos também buscará lugares outros. O ideal é limpar a areia todos os dias, mas nada de exagerar.