sábado, 11 de julho de 2015

5 curiosidades sobre o cachorro vira-lata

Os vira-latas são fiéis companheiros e encantam milhões de pessoas por todo o Brasil. Separamos pra vocês algumas curiosidades sobre cães vira-latas!

Confira aqui 10 motivos pra adotar um cachorro vira-lata.

1. Os cães independentemente da sua raça, descendem dos lobos selvagens e são “primos das raposas”. Isso vai do chihuahua ao bulldog inglês. Ou seja, vira-latas tem os mesmos ascendentes que todos os outros cães.

2. Os vira-latas são cães 100% brasileiros. Nos outros países costumam chamar cães de raças misturadas de “mixed breed”, mas só no Brasil existem os vira-latas que conhecemos.

3. O vira-lata tem vários apelidos como “rasga saco” e “pé duro”, dependendo da região do país. O correto é chamá-los de SRD, que significa Sem Raça Definida.

4. Cachorros vira-latas tem a saúde mais resistente do que cães de raça. Isso porque eles já passaram por uma seleção natural. Como eles não cruzam com a ajuda de seres humanos e não tem um ser humano cuidando da ninhada, os filhotes mais fracos tendem a morrer, sobrando assim os mais fortes e resistentes. Isso ao longo de décadas. Por isso os vira-latas de hoje são mais saudáveis e tem menos predisposições a diversas doenças que os cães de raça tem.

5. O olfato do vira-lata é imbatível. Enquanto um ser humano consegue sentir cheiro de feijão, por exemplo, o vira-lata conseguiria facilmente distinguir o feijão, a cebola, o alho e o louro. Eles tem o olfato super apurado para conseguirem detectar alimento em sacos e latas de lixo e garantir sua sobrevivência.

vira-lata

Cuidados com os cães no inverno

Nesta época do ano, assim como nós humanos, os cães também sofrem com as baixas temperaturas e devemos ter cuidados redobrados para que fiquem livres de doenças.
A medida imediata é impedir que os cães fiquem expostos ao frio. Nenhum cão deve dormir ao relento sem proteção, até os mais peludos devem ser agasalhados.
cachorro 1 Mantenha o cão sempre aquecido e em lugares secos, evitando pisos frios ou colocando cobertores para manter o piso mais quente.
Os cães de pelos curtos ou grossos costumam sentir mais frio, portanto é indicado o uso de roupas, cobertores ou forros nas caminhas, desde que sejam confortáveis Para cães de pelos longos, evite a tosa nos períodos de frio, fazendo somente tosa higiênica, pois o pelo serve como isolante térmico.
No inverno cães idosos são os mais prejudicados, pois sofrem de artrose fazendo com que as dores na coluna e nas articulações aumentem. A pelagem não é mais tão eficiente, os músculos sofrem atrofia diminuindo o metabolismo, portanto o cuidado é maior e não devem ser expostos por nenhum período de tempo ao frio.
Os banhos podem ser feitos em menos frequência, pois no inverno os cães sujam-se menos e a incidência de pulgas, carrapatos e insetos diminuem. Ao invés de dar banhos toda semana, mude para banhos quinzenais.
Escolha sempre a hora mais quentes para dar o banho. Use água morna e seque bem o cão com toalhas e secador. Lembre-se de proteger os ouvidos com algodão. Em casos de pouca sujeira, opte pelo banho a seco com gel, lenços umedecidos ou produtos próprios.
Evite passeios após o banho para não expor seu cão ao frio, mesmo que esteja seco, pois a mudança brusca de temperatura pode causar desconforto, doenças ou agravar quadros crônicos.
Nos passeios, leve-os quando o clima estiver mais agradável, entre às 11h e 15h. O uso de roupas ajuda a protegê-los ainda mais.
Cães que são deixados fora de casa devem ser protegidos com casinhas, locais de abrigo de chuva e com cobertores e roupas quentes, longes de corrente de ar.
A alimentação durante esse período deve aumentar de quantidade em 20% a 30%, sem exageros, para manter o metabolismo e a energia do cão.
Em casos de uso de aquecedores ou lareiras, é preciso ficar atento para evitar acidentes, pois a fonte de calor é um atrativo para os animais, que podem se queimar.
O estado de saúde é muito importante, pois baixas temperaturas predispõem às doenças respiratórias como gripe e cinomose, portanto a carteira de vacinação deve estar em dia. Cães que já sofrem de doenças crônicas precisam de mais cuidados, pois com o frio podem sentir mais dor.
Garantir o bem-estar do seu melhor amigo é essencial, lembre-se de mantê-lo aquecido, bem alimentado e vacinado, e qualquer sinal suspeito, leve-o imediatamente ao medico veterinário.

5 raças de cães indicadas para crianças

Golden retrievers são gentis e inteligentes (foto: Tim Pierce / Flickr)
Existem raças de cães mais adequadas para famílias com crianças. Estas são as raças que são inteligentes, afetuosas e com um algum nível de atividade diária. A personalidade do cão deve ser suave e o tamanho do cão também é importante – cães maiores podem ser mais tolerantes e resistentes aos ‘testes infantis’ enquanto os menores podem ser mais frágeis. Se você tem, ou terá, crianças em casa e está planejando adquirir um cão, nós sugerimos 5 raças para este ambiente:
Labrador
Brincalhão e amoroso. É uma raça companheira que adora crianças e suas brincadeiras.
Boxer
Grande, doce e paciente, o boxer é conhecido como o “cachorro das crianças”.
Pastor alemão
O pastor é um cão de maior porte, mas, apesar de seu tamanho, ele é um animal de estimação afetuoso, leal e protetor da família. Características adequadas para casas com crianças.

Golden Retriever

Golden retrievers são gentis na natureza e são também muito inteligente, de modo que não vai bem com as famílias com crianças de todas as idades.
Beagle

Collie


Shih tzu

Terrier – o que significa?

Bull terrier
Terriers eram usados para caçar ratos sob a terra e competiam em eventos de extermínio (foto: me’nthedogs / Flickr)
Bravos, resistentes e com forte e energética personalidade. Terriers se refere a um grupo de raças de cães produzidos para caça e matança (diferente dos retrievers, que foram produzidos para a recuperação da caça abatida).
Sua origem remonta as ilhas britânicas onde eram usados para caçar raposas, fuinhas, e ratos sob a terra (a palavra terrier vem do Francês Médio ‘terrier’ e anteriormente do latim, ‘terra’), chegando a competir em eventos de extermínio de poços de ratos onde o cão mais rápido em matar os roedores vencia.
Existe o registro de uma bull terrier chamada Jenny Lind que foi desafiada a matar quinhentos ratos em menos de três horas. Ela completou o trabalho em uma hora e trinta e seis segundos (!).
Hoje, contudo, a maioria dos terriers são utilizados como cães de companhia. São leais e afetuosos com seus donos mas sua personalidade forte exige pulso firme.
Os terriers podem ser divididos em grupos de caça ou de trabalho, show terriers, toys (yorkshire) e fighting (bull terrier, pit bull terrier, etc).
Destaque para o terrier brasileiro, resultado da cruza entre cães europeus (trazidos para o Brasil pelos jovens que voltavam de seus estudos na Europa) e os cães nacionais.

Latidos excessivos: existe solução?

Cão latindo
Latidos demasiados podem incomodar as pessoas e deixar o próprio cão ansioso e estressado (foto: Pedro Moura Pinheiro / Flickr)
O que fazer quando o cão late muito, incomoda os vizinhos e causa uma série de transtornos ao dono, como ameaças e brigas? Primeiramente, vale lembrar que latir é uma condição natural do cão (o seu modo de comunicação), por isso as ações acerca desse assunto apresentadas aqui têm a intenção de amenizar os latidos excessivos, mas jamais de eliminá-los.
Latir é saudável para o cão, exceto quando este comportamento é demasiado e acaba por incomodar as pessoas e deixar o próprio animal num quadro de ansiedade e estresse. Segundo especialistas, além de ser muito comum, a situação muitas vezes é culpa do próprio dono que, para fazer o cão parar de latir, acaba cedendo e dando o que o cão quer. Assim, o animal logo percebe que quando late seu problema é resolvido e, inconscientemente, os proprietários acabam ‘treinando’ o cão para latir sempre que quiser alguma coisa.
O primeiro passo para resolver o problema de um cachorro que late muito é, sem dúvida, descobrir a causa dos excessos para, posteriormente, iniciar as medidas. Alguns cães latem demais para chamar a atenção, pedir carinho, proteger o território, por ciúmes, excesso de estímulos, condicionamento (latir quando tocam a campainha, por exemplo), tédio, solidão e, até mesmo, depressão. Por isso, é fundamental que se procure um médico veterinário que o ajudará a identificar a causa. Uma vez identificada, você pode por em prática algumas dicas para resolver o problema:
1. Se possível, elimine a fonte que estimula os latidos (se seu cão late muito quando vê pessoas, coloque uma barreira visual entre ele e a área externa, como, por exemplo, insulfilme ou placas de madeira);
2. Faça com que sua saída e chegada em casa seja algo natural para o cão. Para tanto, não faça ‘festa’ com o cão imediatamente quando retornar para casa. Ignore-o a princípio e, passada a euforia, faça carinho e lhe dê atenção;
3. Não dê atenção ao cão até que ele pare de latir excessivamente; espere que silencie e se acalme e, somente então, atenda-o.
4. Para que o cão não fique entediado com o silêncio, experimente deixar o rádio ligado quando você sai de casa (hoje em dia existem no mercado pet, CDs com músicas que relaxam e acalmam os cães);
5. Exercite o animal diariamente com passeios e brincadeiras. Além de ajudá-lo a gastar as energias acumuladas durante o dia, as atividades físicas ajudam a combater e aliviar o estresse, além de trazerem inúmeros benefícios à saúde do cão;
6. Crie situações em que seu cão latiria em excesso (como, por exemplo, o toque do telefone ou da campainha) e repreenda-o, imediatamente, pelo mau comportamento. Mas não esqueça de agradá-lo sempre que fizer algo correto;
7. Preste atenção a outras formas de comunicação utilizadas pelo cão e, quando esses sinais aparecem, atenda-o. Assim, ele aprenderá que não precisa latir para conseguir o que quer;
8. Ensine ao cão o comando ‘quieto’. Sempre que o animal latir por mais de três vezes seguidas, o dono pode dar o comando e segurar o focinho, sem machucá-lo, ou utilizar um spray de água em sua cara. Além de indolor, esse último método é simples e causa apenas um desconforto.
Apesar das informações acima, é importante salientar a importância de se procurar um médico veterinário para obter as orientações corretas quanto à causa e tratamento adequado quando os latidos deixam de ser um comportamento comum e se tornam um problema.

Filhotes: 5 erros de comportamento dos donos

Filhote mordendo
Dentre as inúmeras brincadeiras que se faz com um cão, muitas pessoas dão a mão para que o filhote brinque de mordê-la (foto: Jaybird – J. Star / Flickr)
No início, muitas pessoas acham graça ao ver um filhote destruindo o chinelo, rosnando para o dono ou brincando de cabo de guerra. Contudo, segundo especialistas, o comportamento do dono nessa frase é crucial pois 99% dos problemas que estes tem com seus cães decorrem da falta de imposição de regras nos primeiros meses de vida.
Os especialistas explicam que o comportamento do animal se constrói enquanto ele ainda é filhote e que este é o momento ideal para eliminar maus-hábitos e alinhar seu comportamento, já que até os três meses de idade a memória canina é similar a uma folha em branco.
Confira os cinco erros mais comuns dos proprietários com seus filhotes e dicas para suas respectivas soluções:
1. Falta de um líder: Os cães, por natureza, são animais de matilha e essa, por sua vez, necessita de um líder. Se nenhum morador da casa assumir esse papel, o filhote o assumirá. Portanto, desde os primeiros meses o dono deve se impôr como líder e deixar claro quem comanda o território.
2. Receio de repreender o filhote: Logo nos primeiros dias de vida o filhote não possui experiência prévia para lhe indicar o que seja certo ou errado – o que pode e o que não pode -, por isso é o dono quem deverá ensiná-lo. Não repreendê-lo quando fizer algo incorreto, por exemplo, poderá acarretar problemas futuros. Repreender não significa maltratar, mas sim lhe apresentar uma situação indesejada como conseqüência do que ele fez, desestimulando sua repetição. Pronunciar uma palavra de repreensão em tom firme no momento em que o cão praticar a ação indesejada, como um ‘não!’ enérgico, é um exemplo.
3. Brincadeiras de morder: Dentre as inúmeras brincadeiras que se faz com um cão, muitas pessoas dão a mão para que o filhote brinque de mordê-la, resultando em pequenos cortes e arranhões. A brincadeira, engraçada no início, pode trazer uma série de problemas sociais quando o cão estiver adulto, pois se ele aprende que é permitido morder, provavelmente utilizará dentadas freqüentemente ao longo de sua vida. Para corrigi-lo, pode-se usar uma técnica que consiste em colocar o polegar na língua do cachorro e pressionar até que ele tente empurrá-lo para fora de sua boca. Essa técnica deve ser feita de modo rápido e somente no ato da mordida (jamais deve-se utilizá-la como maneira preventiva). Não se deve esquecer de sempre utilizar a palavra de repreensão enquanto aplica a correção e de não permitir que nenhum outro membro da família ou amigos deixe-se morder. Brinquedos próprios para cães são uma alternativa para suprir esta necessidade.
Muitas pessoas dão a mão para que o filhote brinque de mordê-la… A brincadeira, engraçada no início, pode trazer uma série de problemas sociais quando o cão estiver adulto
4. Falta de controle nos passeios: Para muitas pessoas a hora do passeio é sinônimo de confusão, pois enquanto o dono vai para um lado, o cão puxa para o outro, seja buscando postes, outros animais ou mesmo correndo atrás de carros e motos. Primeiramente só se deve passear na rua com o cão após ele ter tomado todas as vacinas, enquanto isso, segundo comportamentalistas, pode-se acostumá-lo com a coleira folgada algumas horas por dia, dentro de casa. A partir do momento em que o animal puder passear em locais públicos, e o ideal é fazê-lo diariamente, deve-se aumentar o tempo dos passeios de forma gradativa. Sempre que for sair de casa para dar uma volta, a orientação é, primeiramente, colocar guia e coleira adequada ao tamanho do cachorro, posicioná-lo do lado esquerdo e começar a andar levando o cão ao lado. Todas as vezes que ele puxar a guia ou travar deve ser repreendido com as palavras de repreensão e um puxão. Quando o cão andar junto e sem puxar, o dono deve elogiar o animal com palavras ou petiscos, manter a guia folgada e dar comandos que indiquem sincronismo, como, por exemplo, ‘junto!’.
5. Isolamento na hora das refeições: A maioria das pessoas coloca ração para o filhote no pote e sai para fazer outras coisas, deixando-o se alimentar sozinho. Desse modo, o cão aprende que a hora da refeição deve ser um momento solitário e pode reagir agressivamente todas as vezes em que está comendo e alguém chega perto dele ou do próprio pote de ração. Uma dica para evitar essa agressividade desde os primeiros dias de vida é sempre que possível ficar próximo ao filhote durante as refeições, acariciando seu pêlo e colocando a mão no pote de ração do animal enquanto ele se alimenta. Isso fará com que o cão se acostume com a presença humana durante sua alimentação e evitará que, futuramente, o animal avance nas pessoas na hora da comida ou se torne agressivo quando, por algum motivo, o dono precisar manusear seu pote de ração. Caso o filhote rosne ou morda o dono durante esse exercício, é importante que haja repreensão no mesmo instante e até mesmo, se necessário, a retirada da comida. Restabelecida a calma, o proprietário pode devolver o pote para dar continuidade à refeição. Segundo especialistas, essa atitude é fundamental para o cãozinho aprender que o dono é o líder e pode manusear ou simplesmente retirar o alimento a qualquer hora.
Mesmo com essas dicas, é de suma importância que você procure um médico veterinário para realizar um acompanhamento pediátrico com seu filhote. Só assim você garantirá orientação profissional correta, vermifugação e vacinação em dia.

Calçado ou não? Eis a questão

Sapatos para cães; benefício ou futilidade? (foto: miss kAz)
Com o crescimento da indústria da moda e a exigência cada vez maior do público consumidor de produtos para animais de estimação, o Brasil é responsável por movimentar, anualmente, mais US$ 10 bilhões no mercado pet, que inclui alimentos, medicamentos, higiene, estética, centros de adestramento e hotéis para atender cerca de 48 milhões de animais de estimação.
Com tudo isso, usar calçados no dia-a-dia já deixou, há tempos, de ser exclusividade dos seres humanos. Botas, tênis e até mesmo sandálias de todas as cores e marcas para cães podem ser facilmente encontradas em lojas especializadas em venda de produtos para o mundo pet. Mas a questão é: será que os sapatos para cães incomodam ou prejudicam o cachorro de alguma forma?
Especialistas apontam que, como tudo na vida, os sapatos para cães têm seu lado positivo e negativo. Dentre as vantagens, pode-se citar a higiene (já que, ao chegar em casa, os cães estão com as patas limpas, uma vez que estavam dentro dos calçados) e a proteção das patas contra queimaduras e eventuais machucados causados por espinhos, vidros e outros tipos de materiais.
Contudo, há profissionais que combatem veementemente o uso de tais acessórios, alegando que esta não é a condição natural do cão, que são desconfortáveis e ainda podem prejudicar sua postura e equilíbrio. Além disso, uma das desvantagens é que, se usado freqüentemente, os sapatos podem impedir que o cachorro lixe naturalmente suas unhas ao caminhar resultando em unhas grandes demais. Um inconveniente para o cão e seu dono.
Mesmo assim, os donos que querem calçar seus cães devem procurar seguir algumas dicas:
  • Acostume os cães a usarem sapatos desde filhotes para que, futuramente, não tentem retirá-los;
  • Observe se o calçado é confortável e anatômico;
  • Preste atenção ao tamanho da pata do seu cão: calçados apertados ou grandes demais incomodam e podem acabar machucando as patas;
  • Utilize o calçado durante o passeio, deixando-o com as patas livres quando estiver dentro de casa, pois o uso por muitas horas pode ser prejudicial ao animal. Lembre-se de que esta não é a sua condição natural.
Os sapatos para cães podem ser adquiridos por, em média, 60 reais em lojas do setor.
Um outra boa idéia é acompanhar as novidades em eventos como a Pet Fashion Week que sempre trazem novidades e tendências no ramo de animais de estimação.